Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Governo Lula libera quase R$ 600 mil para cidade do Acre após desastres ambientais
  • Campeonato Acreano de Fisiculturismo 2026 abre inscrições para atletas até 7 de maio; veja categorias
  • Justiça manda prender goleiro Bruno após passagem pelo Vasco do Acre
  • Pai busca criança errada no 1º dia de creche e só percebe após aviso de outro responsável
  • Moraes nega que recebeu mensagens de Vorcaro no dia da prisão do banqueiro
  • Aumento de diagnósticos de autismo amplia demanda por terapeutas ocupacionais no Norte
  • Vereadores de Senador Guiomard receberam R$ 4 mil em diárias para agendas em Rio Branco
  • Apontado como “matador de facção” é condenado a mais de 14 anos de prisão
  • Acre aparece entre os estados com maior equilíbrio salarial entre homens e mulheres
  • Gladson Camelí convoca evento para anunciar aliança entre PP, UB e PL visando eleições de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, março 6
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Aumento de diagnósticos de autismo amplia demanda por terapeutas ocupacionais no Norte

Por Redação Juruá em Tempo.6 de março de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O aumento no número de diagnósticos de Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Brasil tem provocado reflexos diretos na área da saúde e da educação, especialmente na Região Norte. Dados do IBGE indicam que cerca de 2,4 milhões de brasileiros têm diagnóstico de TEA, o que representa aproximadamente 1,2% da população.

Na Região Norte, são cerca de 202 mil pessoas diagnosticadas. O Pará lidera em número absoluto de casos na região, com aproximadamente 91 mil registros. Em Porto Velho, estimativas apontam que entre 1.800 e 1.900 pessoas estejam dentro do espectro.
Especialistas apontam que o crescimento está relacionado à maior conscientização, ampliação do acesso à informação e inclusão do autismo nas estatísticas oficiais do Censo 2022.

Segundo a coordenadora dos cursos de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Estácio UNIJIPA, Giselle Helena, o avanço nos registros reflete mudanças importantes no reconhecimento do transtorno.

“Hoje há maior preparo dos profissionais da saúde para identificar sinais precoces, além de mais informação para famílias e escolas. Isso permite que o encaminhamento para avaliação aconteça mais cedo”, explica.

Apesar do avanço, o acesso ao diagnóstico e ao tratamento ainda enfrenta entraves, principalmente em municípios do interior de Rondônia, onde há menor oferta de especialistas. Em algumas cidades, famílias relatam dificuldades para agendar consultas e iniciar o acompanhamento multiprofissional, etapa considerada fundamental nos primeiros anos de vida.

Papel do terapeuta ocupacional

Com a ampliação dos diagnósticos, cresce também a demanda por acompanhamento especializado. Entre os profissionais que atuam nesse processo está o terapeuta ocupacional, responsável por trabalhar o desenvolvimento da autonomia e da funcionalidade no cotidiano.

“O terapeuta ocupacional atua no desenvolvimento das habilidades de autocuidado, organização da rotina, coordenação motora e interação social. O objetivo é promover independência e participação ativa nos diferentes ambientes”, afirma Giselle Helena.

De acordo com a docente, a intervenção deve começar o mais cedo possível. “Quanto antes iniciar o acompanhamento, maiores são as chances de ganhos no desenvolvimento e na qualidade de vida.”
Além do atendimento clínico, o profissional também participa do processo de inclusão escolar, auxiliando na adaptação de atividades e orientando professores para favorecer a participação do aluno com autismo em sala de aula.

Mercado aquecido, mas insuficiente

O Brasil possui cerca de 17,5 mil terapeutas ocupacionais registrados, número considerado abaixo da demanda atual. Na Região Norte, a escassez é ainda mais evidente, especialmente fora das capitais.

“O mercado tem se expandido, mas ainda há um descompasso entre a quantidade de profissionais formados e a necessidade da população, principalmente na área do autismo”, destaca a coordenadora.

Diante desse cenário, instituições de ensino superior têm ampliado a oferta de cursos na área da saúde. A Universidade Estácio de Sá é uma das que oferecem graduação em Terapia Ocupacional, com formação voltada à atuação clínica, hospitalar e educacional.

O avanço dos diagnósticos de TEA evidencia maior conscientização social, mas também escancara fragilidades na rede pública de atendimento. Na Região Norte — especialmente em Rondônia — o desafio vai além de identificar casos: envolve garantir acesso contínuo a acompanhamento especializado e reduzir desigualdades regionais no cuidado.

Por: Agência EKO.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.