Dois anos após emocionar o mundo cantando “Hymne a l’amour”, de Edith Piaf, na Torre Eiffel, durante a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris, Céline Dion se prepara para realizar uma série de apresentações na capital francesa. A informação foi divulgada pelo jornal franco-canadense La Presse e confirmada pela Variety.
Nesta segunda-feira, Paris amanheceu com vários cartazes publicitários citando títulos de canções imortalizadas pela artista, como “Power of love” e “Pour que tu m’aimes encore”.
De acordo com as publicações, Dion deve se apresentar na La Défense Arena, entre setembro e outubro. Recém-adquirida pela Live Nation, a arena abriga até 40 mil pessoas e já recebeu artistas como Taylor Swift, Rolling Stones e Kendrick Lamar.
Dion iria se apresentar na arena em 2020, em turnê cancelada pela pandemia da Covid-19. Em 2022, a artista foi diagnosticada com síndrome da pessoa rígida (SPR), que causa dores e rigidez muscular, e que atinge uma ou duas a cada um milhão de pessoas.
Ela abriu sua intimidade no documentário “Eu sou: Celine Dion”, de Irene Taylor, em que fala abertamente sobre a luta contra a condição neurológia rara que a tirou dos palcos. No filme, Céline presta uma série de depoimentos sobre a condição ao longo do documentário, que conta, inclusive, com uma cena forte de 10 minutos que retrata uma crise de espasmos vivida pela cantora. O momento surge como um choque para o público, e para a cantora, pois é visto logo após uma cena em que ela se diverte de volta a um estúdio musical.

