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Desmatamento no Acre aumenta 50% enquanto Amazônia registra queda geral de 38%

Por Redação Juruá em Tempo.16 de março de 20262 Minutos de Leitura
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O desmatamento na Amazônia caiu 38% em janeiro de 2026, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Foram derrubados 83 km², ante 113 km² no mês anterior. Apesar da queda significativa na maior parte da região, o Acre apresentou alta na degradação florestal, chamando atenção das autoridades ambientais.

Entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, o Acre registrou aumento de 50% nas áreas degradadas, totalizando 108 km². A alta contrasta com a redução de 93% na degradação acumulada na Amazônia Legal como um todo. A situação evidencia que, embora o desmatamento tenha caído em estados como Pará e Amazonas, o Acre enfrenta desafios próprios no controle de práticas ilegais de exploração da floresta.

Desmatamento no Acre aumenta 50% enquanto Amazônia registra queda geral de 38%

“O aumento da degradação no Acre pode estar relacionado a atividades de exploração madeireira e incêndios localizados. Apesar da queda expressiva no desmatamento da região, é essencial reforçar a fiscalização e políticas de prevenção”, afirmou Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon.

Nos últimos seis meses, o desmatamento acumulado na Amazônia atingiu 1.195 km², 41% menor que no período anterior. O Acre contribuiu com parte dessa devastação, mas não liderou o ranking: Pará, Amazonas e Roraima foram os estados com maior impacto, concentrando 64% do desmatamento.

Desmatamento no Acre aumenta 50% enquanto Amazônia registra queda geral de 38%

Além do aumento da degradação, o Acre também se manteve entre os três estados com mais áreas derrubadas, reforçando a necessidade de políticas locais mais efetivas para conter a pressão sobre a floresta.

O levantamento do Inpe mostra que, apesar de avanços regionais, estados como Acre e Roraima ainda exigem atenção especial para evitar que o avanço da degradação e do desmatamento comprometa o equilíbrio ambiental da Amazônia.

Por: Contilnet.
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