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Endividamento das famílias: entenda os números que acenderam alerta no governo

O presidente Lula e o chefe do Banco Central, Gabriel Galípolo, demonstraram nesta quinta-feira incômodo com os juros cobrados sobre o consumidor e com o endividamento das famílias, num momento em que o governo discute medidas para tentar estimular linhas de financiamento mais baratas que o cartão e o crédito pessoal.

Por que a situação preocupa o governo?

O que Lula disse?

— Aí a gente começa a ficar zangado: Pô, trabalhei o mês inteiro, peguei meu salário e não sobrou nada. Aí quem que você xinga? O governo. É lógico. Porque o mundo é assim. Sabe, primeiro é Deus, porque tudo que dá errado ou dá certo é culpa de Deus também. E no governo é só o que dá errado. Eu sei que a cabeça das pessoas funciona assim – afirmou o presidente.

O que dizem os números

— A grande maioria (que tem crédito) está pagando taxa acima de 100% (ao ano) nas linhas de crédito emergencial, o que envolve uma discussão estrutural desse arranjo — defendeu o presidente do BC.

Qual a ideia em discussão?

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