O governador do Acre, Gladson Camelí, afirmou nesta segunda-feira, 9, que a nova articulação política envolvendo partidos da base governista busca ampliar o grupo que deve disputar as eleições de 2026 no estado. A declaração foi dada à imprensa ao chegar à sede do Partido Progressista (PP), em Rio Branco, onde participa de uma reunião com lideranças partidárias para tratar da formação de uma aliança política.
Após conversar com jornalistas na chegada, Camelí seguiu para um encontro a portas fechadas com representantes das siglas, onde estão sendo discutidos os termos da aliança e a composição das pré-candidaturas.
O governador afirmou que o grupo político está aberto à adesão de outras legendas. “Estamos de braços abertos para todos os partidos. Não existe eleição ganha. É aquilo que eu sempre falo: quanto mais partidos, mais fácil fica. O tempo de televisão, os militantes, tudo isso”, declarou.
Conversas com MDB e PSDB
Camelí também afirmou que mantém diálogo com outras siglas que ainda não integram a aliança, citando diretamente MDB e PSDB.
“O MDB estamos conversando, não descartei nenhuma possibilidade. Pelo contrário, eu estou tratando disso pessoalmente. E o PSDB da mesma forma”, disse.
Segundo o governador, a ampliação da base política pode fortalecer o cenário eleitoral no estado.
Entrada do PL
O governador também avaliou como positiva a entrada do Partido Liberal (PL) na articulação política.
“É realmente positivo. A vinda do PL para nós é um presente entre várias lideranças, onde eles vão indicar a pré-candidatura do senador Márcio Bittar à reeleição”, afirmou.
Camelí também citou o fortalecimento da federação formada por União Brasil e Progressistas, chamada de União Progressista, que reúne lideranças e possíveis candidatos para as eleições legislativas.
“O União Progressista, que é a União Brasil com o Progressista, também está vindo muito fortalecido, com vários candidatos a deputados estaduais e deputados federais, para que a gente possa ter êxito nas eleições de 2026, não somente na parte legislativa, mas em todas as áreas, parte executiva e legislativa juntos”, disse.

