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Minha Casa, Minha Vida: teto de renda e do valor de imóvel vão subir; veja mudanças

Por Redação Juruá em Tempo.9 de março de 20263 Minutos de Leitura
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O Ministério das Cidades enviou uma uma proposta ao Conselho Curador do FGTS de aumento do teto das faixas de renda do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que responde pelo Conselho, confirmou o recebimento da proposta.

O programa do governo oferece financiamento de imóveis com taxas de juros mais baixas do que as praticadas pelo mercado. São usados recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Fundo Social (FS) e se divide em três faixas de renda.

As mudanças propostas seriam:

Faixa 1

Teto da renda passaria de R$ 2.850 para R$ 3.200.

Faixa 2

Teto da renda passaria de de R$ 4,7 mil para R$ 5 mil.

Faixa 3

Teto da renda passaria R$ 8,6 mil para R$ 9,6 mil e o valor do imóvel subiria de R$ 350 mil para R$ 400 mil.

Faixa 4

Teto da renda passaria de R$ 12 mil para R$ 13 mil e o teto do valor do imóvel de R$ 500 mil para R$ 600 mil.

Segundo jornal O Globo, a proposta foi enviada ao grupo técnico de FGTS sem cálculos de impacto no orçamento do Fundo de 2026, aprovado em novembro do ano passado.

O Conselho Curador do FGTS se reúne no final do mês e deve decidir sobre a proposta.

Quem pode aderir ao Minha Casa Minha Vida

O programa Minha Casa Minha Vida não possui inscrição ou processo seletivo. Basta se enquadrar nos limites de renda (veja tabela abaixo) e não ter nenhum outro imóvel ou qualquer financiamento habitacional vigente.

A família deve procurar um imóvel e ter a análise de crédito aprovada por alguma instituição financeira habilitada. O contrato de financiamento é celebrado diretamente entre a família e o banco e não precisa ser feito apenas pela Caixa.

Também não é necessário ter saldo na conta do FGTS para acessar o financiamento. Contudo, caso o interessado tenha qualquer valor depositado em sua conta do FGTS, poderá utilizar o valor para reduzir a entrada do financiamento. Os depósitos a serem efetuados pelos empregadores na conta do trabalhador também poderão ser utilizados (FGTS Futuro).

Valores dos imóveis

Atualmente, o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados no programa varia de acordo com a faixa de renda de cada interessado. Para as faixas 1 e 2, o valor do imóvel pode variar de R$ 210 mil a R$ 264 mil, de acordo com a localização do imóvel.

  • Cidades acima de 750 mil habitantes – de R$ 264 mil para R$ 275 mil;
  • Cidades entre 300 mil e 750 mil habitantes – de R$ 250 mil para R$ 270 mil;
  • Cidades entre 100 mil e 300 mil habitantes – de R$ 230 mil para 245 mil.

Para quem está na faixa 3, o valor máximo do imóvel é de R$ 350 mil, para qualquer lugar do país. Já as famílias com renda de até R$ 12 mil, podem adquirir imóveis com valor limitado a R$ 500 mil, também em qualquer lugar do Brasil, no âmbito do programa Classe Média.

As taxas de juros cobradas no Minha Casa Minha Vida também variam de acordo com a faixa de renda e a localização do imóvel. Veja a tabela abaixo.

Minha Casa Minha Vida
Por: Isto É.
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  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

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