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Mulher descobre câncer após cachorro ter comportamento estranho

Por Metrópoles. 03/03/2026 12:11
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O comportamento incomum do cachorro de estimação ajudou a advogada Chase Johnson, de 36 anos, a descobrir um câncer de mama agressivo antes que a doença avançasse. O aviso veio de Ceto, um labrador mestiço que começou a agir de forma estranha sempre que estava perto da tutora.

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Ceto tinha comportamentos de insistência, como choramingar e encostar repetidamente o focinho no seio esquerdo de Chase. A atitude se repetiu diversas vezes dentro de casa. Sem entender o real motivo da reação do labrador, a advogada da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, decidiu investigar se tinha algo errado com a própria saúde.

Exames confirmaram câncer agressivo

Ao procurar atendimento médico, Chase descobriu um nódulo na mama. Depois dos exames, veio o diagnóstico de câncer de mama triplo-negativo, um tipo considerado mais agressivo da doença.

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Ela iniciou o tratamento de forma bem rápida e o processo incluiu sessões de quimioterapia, radioterapia, cirurgia para retirada do tumor (lumpectomia) e também a remoção de linfonodos.

Depois de enfrentar o tratamento, em fevereiro de 2026, Chase recebeu a boa notícia: foi considerada livre do câncer.

A advogada diz que o comportamento do seu animal de estimação foi decisivo para que o problema fosse descoberto a tempo. Segundo ela, se não fosse sem a insistência do cachorro, talvez não tivesse percebido o nódulo tão cedo.

Não foi um caso isolado

Chase relata que essa não foi a primeira vez que Ceto reagiu a um problema de saúde na família. Antes do diagnóstico dela, o cachorro também passou a apresentar um comportamento diferente perto do marido, Ben Byrn.

Na época, o animal demonstrava inquietação e insistia em se aproximar dele de forma incomum. Algum tempo depois, Ben recebeu o diagnóstico de câncer de cólon.

Histórias como essa reforçam relatos de que os cães podem identificar mudanças no corpo humano graças ao seu olfato, que é extremamente sensível. Especialistas explicam que eles conseguem perceber mudanças químicas no corpo, e por isso, muitas vezes já sabem que algo está errado antes mesmo de ficar perceptível.

Ainda assim, os médicos alertam que, apesar desses casos chamarem atenção, o instinto dos animais não substitui exames e acompanhamento profissional.

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