A disputa pelas duas vagas ao Senado no Acre em 2026 ainda apresenta um cenário aberto, com diferenças significativas entre a pesquisa espontânea e os cenários estimulados.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes não são apresentados aos eleitores, o nível de indecisão é predominante. Gladson Camelí aparece com 5,07%, seguido por Jorge Viana (1,39%) e Márcio Bittar (1,29%). Os demais nomes têm menos de 1%. Já 88,46% dos entrevistados disseram não saber ou não responderam, indicando baixa consolidação do voto neste momento.

Quando os nomes são apresentados (cenário estimulado consolidado), os números ganham mais definição. Gladson Camelí lidera com 28,00%, seguido por Márcio Bittar (20,21%) e Jorge Viana (13,62%).
Na sequência aparecem Mara Rocha (8,77%), Dr. Eduardo Veloso (6,97%) e Sérgio Petecão (6,75%). Brancos e nulos somam 3,70%, enquanto 11,38% não souberam ou não responderam.
No recorte de primeiro voto dentro desse mesmo cenário, Gladson Camelí registra 20,47%, enquanto Márcio Bittar tem 8,98% e Jorge Viana 7,84%. Já no segundo voto, Márcio Bittar aparece com 11,23%, seguido por Gladson Camelí (7,53%) e Jorge Viana (5,78%), mantendo a disputa pelas duas vagas ainda em aberto.

Em um segundo cenário estimulado, sem a presença de Gladson Camelí, Márcio Bittar passa a liderar com 26,47%, seguido por Jorge Viana (15,91%) e Mara Rocha (13,29%). Dr. Eduardo Veloso aparece com 11,62% e Sérgio Petecão com 9,79%. Neste cenário, 16,80% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Eleitor ainda pode mudar
O levantamento também mostra que o eleitorado segue indefinido. Segundo a pesquisa, 57,16% afirmaram que ainda podem mudar o voto, enquanto 36,18% disseram que já estão decididos. Outros 6,66% não souberam ou não responderam.

