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Polícia Civil expande salas de acolhimento para mulheres no interior do Acre; saiba como denunciar

Por Maria Meirelles. 09/03/2026 07:13
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Em um estado que lidera o ranking nacional de feminicídios, a ampliação do acesso à justiça no interior torna-se um serviço de utilidade pública essencial. Nesta semana, a delegada Juliana De Angelis, coordenadora do Programa Bem-Me-Quer, detalhou como a Polícia Civil do Acre (PCAC) tem estruturado o atendimento humanizado para mulheres, especialmente em municípios que ainda não contam com uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

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A ação principal para a população é a garantia de que a falta de uma delegacia específica não é barreira para o socorro. “Nos locais onde não há Deam, o Bem-Me-Quer entra com uma sala especialmente preparada e estruturada para oferecer um ambiente seguro”, explicou a delegada. Atualmente, o programa já está presente em nove municípios acreanos.

Entenda o suporte disponível

Nas unidades que possuem a estrutura completa, o atendimento não se limita ao registro do Boletim de Ocorrência (BO). A rede oferece:

Identificando o ciclo da violência

Um alerta importante feito pela delegada à comunidade é a necessidade de identificar agressões que nem sempre deixam marcas físicas. A violência muitas vezes começa de forma sutil, através de:

  1. Agressão Psicológica: Controle excessivo e isolamento da vítima.

  2. Violência Patrimonial: Controle de bens e dinheiro.

  3. Violência Moral: Calúnia ou difamação dentro do relacionamento.

Como buscar ajuda?

A Polícia Civil reforça que o combate à impunidade é prioridade, com o cumprimento semanal de mandados de prisão contra agressores em todo o estado. Para as vítimas ou testemunhas, os canais de denúncia são:

“Identificar os sinais e denunciar são passos fundamentais para salvar vidas”, concluiu a delegada.

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