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Sob pressão e sem reunião com o PSDB, Bocalom enfrenta entraves na articulação em Brasília

Por Redação Juruá em Tempo.18 de março de 20263 Minutos de Leitura
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O grupo político do prefeito de Rio Branco e pré-candidato ao governo, Tião Bocalom (PL), optou pelo silêncio após a ofensiva pública do governo estadual sobre sua base potencial dentro do PSDB, onde o chefe do executivo municipal pretende se aliançar para disputar a eleição. Procurado pelo ac24horas para comentar as declarações do secretário da Casa Civil, Jonathan Donadoni, nesta quarta-feira (18), o assessor de comunicação e articulador político de Bocalom, Ailton Oliveira, foi direto e sucinto: “nada a declarar”.

A reação ocorre após Donadoni, articulador político da pré-candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo, afirmar, em entrevista exclusiva ao ac24horas, que o grupo atraiu e continua atuando para atrair nomes estratégicos do PSDB, em um movimento que, segundo ele, pode esvaziar a base de apoio de Bocalom dentro da sigla antes mesmo de uma definição oficial.

Agenda frustrada em Brasília expõe dificuldades

O silêncio público do grupo de Bocalom ocorre em meio a dificuldades concretas nas articulações nacionais. Nesta quarta-feira (18), a reunião esperada com a executiva nacional do PSDB, considerada decisiva para avançar na filiação do prefeito, não aconteceu.

Ailton Oliveira, que está em Brasília ao lado de Bocalom, afirmou que o encontro não foi possível porque a direção nacional do partido está analisando demandas de outros estados. “O partido está também avaliando demanda de outros estados e o contato ainda não foi possível. É muita gente”, disse.

A ausência de agenda evidencia que, além da disputa local por quadros, o projeto de Bocalom ainda enfrenta incertezas no plano nacional, instância que dará a palavra final sobre sua entrada na legenda, e até da confirmação de sua pré-candidatura, já que o seu atual partido, o Partido Liberal, já definiu aliança com a chapa da vice-governadora e pré-candidata ao governo, Mailza Assis (PP).

Diante do problema, a definição sobre a eventual recepção do nome de Bocalom como pré-candidato ao governo pelo PSDB, ou não, pode ser anunciada nesta quinta-feira (19).

Proposta de chapa tenta destravar negociação

Mesmo diante do impasse, o grupo do prefeito tenta avançar na construção de uma proposta política que dê consistência à negociação com o PSDB.

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Segundo Ailton, está em elaboração uma minuta com a composição da chapa majoritária, que será apresentada à executiva nacional do partido. “Nós estamos preparando a minuta, com a composição da chapa, para colocar na mesa do PSDB durante a reunião”, afirmou.

A estratégia é demonstrar viabilidade eleitoral e organização prévia, em uma tentativa de acelerar o aval da sigla, já que a janela partidária se fecha em 4 de abril.

Governo avança sobre nomes-chave do PSDB

No entanto, em entrevista exclusiva ao ac24horas, mais cedo, Donadoni citou diretamente aproximação de lideranças consideradas centrais para o projeto de Bocalom dentro do PSDB no Acre.

Entre elas, Minoru Kimpara, que já declarou publicamente que pode deixar o partido caso a legenda não apoie a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, alinhando-se, na prática, ao campo governista.

Outro nome mencionado foi o da deputada federal Antônia Lúcia, que, segundo Donadoni, já estaria integrada à base do governo, somando mais um movimento que enfraquece a possibilidade de composição de Bocalom com os tucanos.

Também aparece no cenário a ex-deputada Vanda Milani, que mantém diálogo político com o Palácio e é vista como um quadro em aproximação com a base governista.

A leitura no núcleo do governo é clara: ao atrair ou neutralizar esses nomes, Bocalom pode até viabilizar sua entrada no PSDB, mas chegaria à sigla sem sustentação interna suficiente para um projeto competitivo.

Por: AC24horas.
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