O Censo Demográfico 2022, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (7), revelou que 8,2% da população do Acre reside em favelas e comunidades urbanas, índice acima da média nacional de 8,1%.
No Brasil, o levantamento registrou 16,4 milhões de pessoas em aglomerados subnormais. O Amazonas lidera o ranking nacional com 34,7% da população nessa condição, seguido pelo Amapá, com 24,4%, e pelo Pará, com 18,7%. O Espírito Santo aparece com 15,6%, e o Rio de Janeiro, com 13,3%.

Entre os estados com menores percentuais estão Mato Grosso do Sul (0,6%), Goiás (1,3%) e Santa Catarina (1,4%).
Na região Norte, o Acre ocupa posição intermediária em relação aos vizinhos. Roraima registra 2,5%, Rondônia, 5,2%, e Tocantins, 2,8%.
Os dados integram o Panorama do Censo 2022 e apontam desigualdades regionais significativas no acesso a condições adequadas de moradia em todo o território nacional.

