A apresentadora Adriane Galisteu revelou os motivos que a levaram a produzir um documentário sobre seu ex-namorado, Ayrton Senna. Em entrevista ao programa “Provoca”, a TV Cultura, ela explicou que a intenção era apresentar aspectos pouco conhecidos da vida pessoal do tricampeão mundial de Fórmula 1.
O que aconteceu
- Adriane Galisteu produziu “Meu Ayrton” com o objetivo de revelar facetas pessoais e pouco exploradas do tricampeão;
- A apresentadora foi incentivada pelo marido, Alexandre Iódice, e atendeu a uma intensa demanda do público por sua perspectiva sobre o piloto;
- A produção aborda o relacionamento de um ano de Galisteu com Senna, que culminou na morte do piloto em 1994, e a ausência de sua história na recente série da Netflix.
Segundo Galisteu, a proposta do projeto surgiu após pedidos do público e ganhou força com o incentivo do marido, Alexandre Iódice. “Tenho que agradecer ao meu marido, que foi o maior entusiasta. Meu relacionamento com o Ayrton, apesar do final trágico e doloroso, foi muito especial. Mostrava um Ayrton homem, pouco retratado. Eu queria contar que o lado pessoal dele era tão grande quanto o tricampeão mundial”, afirmou.
A apresentadora viveu um relacionamento com Senna por cerca de um ano. Os dois estavam noivos quando ele morreu em 1994 em Ímola, na Itália. Durante a entrevista, Galisteu contou que inicialmente não pretendia revisitar publicamente o relacionamento, mas mudou de ideia diante da repercussão e da demanda do público — especialmente após a série “Senna”, da Netflix, não abordar sua participação na vida do piloto.
“Não passava pela minha cabeça contar essa história […] Essa força veio do público, de fora para dentro”, pontuou a apresentadora do reality “A Fazenda”. A docussérie “Meu Ayrton” está disponível na HBO Max.

