As parcelas de abril do Bolsa Família de 2026 começarão a ser pagas na quinta-feira, 16. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), serão 18,73 milhões de famílias atendidas em todos os 5.570 municípios do país.
O repasse total no mês com os pagamentos somará R$ 12,77 bilhões. O valor médio do benefício em março é de R$ 683,75 por domicílio.
Os primeiros a receber os valores serão as pessoas cujo dígito final do Número de Inscrição Social (NIS) é 1. Os pagamentos seguem escalonados até o dia 31. Veja abaixo o calendário:

Para tirar dúvidas sobre o Bolsa Família, é possível entrar em contato com o Disque Social, pelo número 121, ou acessar o canal de atendimento da Caixa Econômica Federal, ligando para o número 111. Além disso, é possível acionar algumas informações nos aplicativos do Bolsa Família e da Caixa, disponíveis para download gratuito nas lojas de aplicativos.
Quem tem direito a receber e qual o valor?
O Bolsa Família é pago a pessoas inscritas no CadÚnico que tenham renda de, no máximo, R$ 218 mensais para cada integrante da família que vive na mesma casa. O cadastramento é feito em postos de atendimento da assistência social dos municípios. Saiba mais aqui.
Ao recriar o Bolsa Família, em março de 2023, o Governo Federal passou a garantir o repasse mínimo de R$ 600 por família inscrita, com adicionais conforme a composição da família. Os pagamentos são feitos pelo aplicativo Caixa Tem ou podem ser sacados em caixas eletrônicos por quem tem o cartão do programa social.
O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança.
O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos.
Já o Benefício Variável Familiar Criança (BVC) garante um adicional de R$ 50 para crianças e adolescentes entre sete e 16 anos incompletos.
Em março, 173.722 famílias tiveram aumento de renda e entraram para a Regra de Proteção, mecanismo que garante, durante 12 meses, que famílias que ultrapassarem o limite de renda de R$ 218 por pessoa continuem recebendo 50% do valor total do benefício, desde que a renda não ultrapasse R$ 706 per capita. Ao todo, são 2,35 milhões de famílias estão nesta condição. O benefício médio para elas é de R$ 368,97.

