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Edvaldo Magalhães mostra a situação de abandono das escolas do Rio Gregório, em Tarauacá

Por Redação Juruá em Tempo.28 de abril de 20262 Minutos de Leitura
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Durante a sessão desta terça-feira (28/4), o deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) mostrou o abandono em que se encontram duas escolas estaduais localizadas na região do Rio Gregório, em Tarauacá. Uma delas é a Escola Iva Sttiho, situada na Aldeia Nova Esperança, na Terra Indígena Yawanawa.

A escola enfrenta uma série de problemas estruturais que comprometem diretamente o ambiente escolar e a dignidade dos estudantes. A área destinada à preparação da merenda escolar, ou seja, a cantina, encontra-se em estado crítico.

A situação é semelhante na escola localizada no Baixo Rio Gregório, já na região da Floresta Pública. O banheiro não existe, por exemplo. As crianças usam o espaço sem nenhuma privacidade. A cena se repete nas salas de aulas, com as tábuas corroídas por falta de manutenção.

“Eu lembro que há dois anos eu levantei um debate sobre a reforma das escolas rurais. A Secretaria de Estado de Educação pegou uma carona em uma ata de vários milhões de reais para contratar uma empresa do Maranhão. E o argumento para defender aquela pouca vergonha, era de que se fosse fazer um processo licitatório ia atrasar muito para iniciar o ano letivo. Está aí como se encontra a realidade dos estudantes. Onde se fez algum tipo de reforma foi aonde foram feitos convênios com as prefeituras”, disse Edvaldo Magalhães.

O parlamentar disse ainda que a maioria dos professores do ensino médio de escolas rurais ainda não foi lotado. “Eu faço um desafio aqui, a qualquer parlamentar que tem uma base na zona rural, que ligue para qualquer aliado seu e pergunte: os professores da sua escola já foram todos lotados? A resposta vai ser não. Escolas enormes. Aqui próximo, dentro de ramais. A maioria dos professores das turmas do ensino médio, não foi lotada ainda. Estamos começando o mês de maio. Já são 60 dias sem aula. No final do ano se dá um jeito de fechar o ano letivo. E a condenação de uma geração sem ter a condição de ter uma formação mínima para disputar um Enem”.

Assista:

Por: Assessoria.
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