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Em homilia, papa pede fim da paralisia diante da guerra

Por Redação Juruá em Tempo.5 de abril de 20263 Minutos de Leitura
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O papa Leão 14 exortou neste domingo de Páscoa (05/04) os católicos a não se deixarem paralisar “pela guerra, a injustiça e o isolamento entre povos e nações”, na Basílica São Pedro, no Vaticano, ao presidir pela primeira vez a homilia na Vigília Pascal, um dos momentos mais solenes da Semana Santa.

Na cerimônia, realizada na Basílica de São Pedro, o pontífice lembrou que a chamada “mãe de todas as vigílias” revive “a memória da vitória do Senhor da vida sobre a morte e o inferno”.

“Esta noite santa também está enraizada no lugar onde ocorreu a primeira falha da humanidade e se estende através dos séculos como um caminho de reconciliação e graça”, disse o papa, recordando a morte e ressurreição de Jesus Cristo: “O homem pode matar o corpo, mas a vida do Deus de amor é a vida eterna, vai além da morte e nenhum túmulo pode aprisioná-la.”

“Não faltam túmulos a serem abertos”

A este respeito, lamentou que “não faltam túmulos a serem abertos em nossos dias, e muitas vezes as pedras que os selam são tão pesadas e tão bem guardadas que parecem imóveis. Algumas oprimem o coração humano, como a desconfiança, o medo, o egoísmo e o ressentimento; outras, consequência das primeiras, rompem os laços entre nós, como a guerra, a injustiça e o isolamento entre povos e nações”.

“Não nos deixemos paralisar!”, exclamou o pontífice, destacando o exemplo de muitos homens e mulheres, “pessoas como nós, fortalecidas pela graça do Senhor Ressuscitado”, que ao longo dos séculos moveram essas pedras, mesmo ao custo de suas vidas, “mas com frutos de bem dos quais ainda hoje nos beneficiamos”.

O papa de cidadania peruana nascido nos EUA presidiu pela primeira vez em seu pontificado a Vigília do Sábado Santo, uma das mais longas da tradição católica, que começou em uma Basílica de São Pedro completamente escura e silenciosa, com o rito da bênção do fogo e o acendimento do Círio Pascal.

Num gesto carregado de simbolismo, Leão 14 marcou a vela com as letras gregas alfa e ômega, simbolizando que Deus é o princípio e o fim de todas as coisas.

A partir desse momento, uma procissão seguiu em direção ao altar-mor, enquanto a basílica era gradualmente iluminada pelas velas dos fiéis, acesas pela chama do Círio Pascal.

Leão 14 cumpriu todos os ritos

Na primeira Semana Santa de seu papado, Leão 14 presidiu até agora todos os ritos planejados, após anos de mudanças e ausências devido aos problemas de saúde de seu antecessor, o falecido papa Francisco.

A programação da Semana Santa culmina nesta segunda-feira com a Missa de Páscoa na Praça de São Pedro e a tradicional bênção “Urbi et Orbi” (à cidade e ao mundo), que o papa concede tradicionalmente da varanda central da Basílica Vaticana.

Leão 14 já tinha aproveitado outras cerimônias da Semana Santa, como a Via Sacra da Sexta-Feira Santa no Coliseu de Roma, para exortar os católicos a não ficarem indiferentes perante os conflitos da atualidade.

(Lusa, EFE, AFP)

Por: Deutsche Welle
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