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Ex-modelo brasileira que era esposa de amigo de Trump ameaça expor presidente americano: ‘não tenho mais nada a perder’

Por Redação Juruá em Tempo.13 de abril de 20264 Minutos de Leitura
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A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, que era casada com Paolo Zampolli, amigo do presidente americano, Donald Trump, fez uma série de publicações no X em que ameaçou expor o mandatário e a primeira-dama, Melania Trump. Nelas, Amanda afirma que esteve “ao redor” do casal por 20 anos e que vai tomar medidas legais contra Melania e “seu marido pedófilo”.

As mensagens foram postadas em resposta a um vídeo de Melania em que ela negava ter relação com o criminoso sexual Jeffrey Epstein, publicado na última quinta-feira, dia 9. Desde então, a conta da primeira-dama foi arquivada, e as publicações da ex-modelo foram apagadas.

“Eu te conheço há 20 anos. Você sabia que eu estava detida no ICE. Você esteve presente na minha vida — todos os anos no aniversário do meu filho, inclusive enviando o Serviço Secreto e sendo a primeira a parabenizá-lo, lá em 2016. Algo claramente estava errado, mas eu não faço parte de nenhuma missão maligna envolvendo crianças. Então o que você fez, Melania? Você tentou me envolver, mas falhou — porque eu tenho caráter”, acusou Amanda.

Em outro comentário, a ex-modelo disse que vai “expor tudo” o que sabe sobre o casal e que pretende tomar medidas legais contra Melania e o presidente americano, quem chamou de “pedófilo”.

“Eu vou derrubar o seu sistema corrupto, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Eu vou até o fim — não tenho medo. Talvez você devesse ter medo do que eu sei… de quem você é e de quem é o seu marido (…) Eu não tenho mais nada a perder na minha vida. Eu vou derrubar todo o sistema — tome cuidado comigo, sua idiota”, acrescentou.

Em entrevista recente ao GLOBO, Amanda contou que, em 2002, na época com 17 anos, embarcou no avião de Jeffrey Epstein, onde afirma ter visto cerca de 30 meninas com o financista e sua cúmplice, Ghislaine Maxwell:

— Tinha mais ou menos umas 30 meninas no avião. Achei aquilo muito estranho. Elas eram mais parecidas com estudantes do que com modelos. Bonitas e bem novinhas, mas não tinham perfil de modelo.

Meses depois, ela iniciou o relacionamento com o italiano Paolo Zampolli, na época um agente de modelos, a quem acusa de abuso sexual e violência doméstica. Amanda e Zampolli viveram juntos por 19 anos e, hoje, disputam na Justiça americana a guarda do filho, um adolescente de 15 anos.

A ex-modelo Amanda Ungaro voou no 'Lolita Express', o avião de Jeffrey Epstein, financista encontrado morto na prisão enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual — Foto: Márcia Foletto
A ex-modelo Amanda Ungaro voou no ‘Lolita Express’, o avião de Jeffrey Epstein, financista encontrado morto na prisão enquanto aguardava julgamento por tráfico sexual — Foto: Márcia Foletto

Em entrevista ao GLOBO, Amanda disse que o abuso sexual aconteceu na mansão de cinco andares em Gramercy Park, Nova York, que ela e Zampolli dividiam. No dia seguinte a uma festa, ele teria comentado casualmente que havia tido relações com ela — e que Amanda não se lembraria porque estava dormindo, havia desmaiado.

— Eu falei: “Isso se chama estupro. Eu fui abusada”. Ele reagiu com uma risada — relatou Amanda, que afirma ter sido agredida em outra ocasião por se recusar a fazer sexo com Zampolli.

O italiano é amigo de Donald Trump e exerce hoje o cargo de enviado especial do presidente americano para parcerias globais. Seu nome aparece dezenas de vezes nos arquivos do caso Epstein divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA. Zampolli era dono da ID Models, agência de modelos frequentemente visitada por Epstein em Nova York, e os dois tentaram comprar a Elite Models, a maior do mundo no setor, em 2004.

Amanda acusa Zampolli também de usar sua influência nos bastidores de Washington para conseguir que ela fosse presa pela polícia de imigração americana, o ICE, em meio a uma disputa pela guarda do filho dos dois. A ex-modelo foi deportada em outubro de 2025.

— Policiais entraram na nossa casa às seis da manhã, me jogaram de pijama no corredor, com o rosto voltado para a parede, e pegaram nossos passaportes. Algemaram a mim e ao meu atual marido na frente do Giovanni (seu filho), que também foi levado à delegacia porque é menor e eu não tinha com quem deixá-lo — contou ao GLOBO.

Por: O Globo.
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