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Família apela por transferência de paciente que aguarda transplante cardíaco há 2 meses

Por AC24horas. 21/04/2026 17:37 Atualizado em 21/04/2026 17:37
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Um apelo público divulgado nas redes sociais, nesta segunda-feira (21), escancarou a situação dramática enfrentada pela família de Sebastião Maicon Bezerra Brandão, de 40 anos, que luta para salvar sua vida enquanto ele permanece internado há cerca de dois meses em estado grave.

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Sebastião está internado no Hospital Santa Juliana, em Rio Branco, onde segue em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). De acordo com a família, ele precisa com urgência de um transplante cardíaco e depende da transferência para um centro especializado fora do estado.

A esposa do paciente, Terezinha Tavares, relata o drama vivido desde o início da internação, em fevereiro, e a dificuldade para conseguir um leito em uma unidade de referência no país.

“O meu esposo está internado desde o dia 5 de fevereiro, na UTI. Ele esteve no PS, no INTO, agora está no Santa Juliana. Ele tem que viajar urgentemente atrás de um leito, a gente não consegue, sabe, é difícil, e o estado dele é muito grave, muito grave”, desabafa.

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Segundo ela, a situação se agravou após a negativa recente de um leito em São Paulo, frustrando a expectativa da família após semanas de espera. “Hoje o leito lá de São Paulo foi negado para ele. Nós temos dois filhos, um casal, e o meu esposo trabalhava de motorista na prefeitura de Sena Madureira. Eu não consigo falar sem chorar, mas o estado dele é muito grave, muito. O coração dele está dependendo de um remédio para sobreviver”, relata.

A família aponta que o Acre não dispõe dos exames e da estrutura necessários para conduzir o caso de alta complexidade, o que torna a transferência indispensável. O tempo de espera, segundo eles, pode comprometer a elegibilidade de Sebastião para o transplante. “Cada dia que passa, meu marido piora. Pode chegar o momento em que ele não será mais elegível para o transplante e aí será tarde demais”, afirma Terezinha.

Consultada pela reportagem, a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde do Acre apura o caso para se posicionar.

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