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FMI eleva projeção para PIB do Brasil em 2026, mas piora para 2027

Por Redação Juruá em Tempo.15 de abril de 20264 Minutos de Leitura
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O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou a perspectiva de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil este ano citando um pequeno impacto positivo da guerra no Oriente Médio já que o país é exportador de petróleo, mas piorou o cenário para 2027, mostrou relatório divulgado nesta terça-feira, 14.

Em seu relatório Perspectiva Econômica Global, o FMI passou a ver uma expansão de 1,9% do PIB do Brasil em 2026, 0,3 ponto percentual acima da projeção feita em janeiro, mas o mesmo ritmo estimado pelo Fundo em outubro do ano passado.

Ainda assim, o desempenho fica abaixo do avanço de 2,3% do PIB que o Brasil registrou em 2025, que foi o pior desde 2020, segundo dados do IBGE.

Para 2027, entretanto, o FMI reduziu a perspectiva de crescimento do Brasil frente ao estimado em janeiro em 0,3 ponto percentual, a 2%.

“A guerra deve ter um pequeno efeito positivo em 2026, já que o país é exportador de energia, impulsionando o crescimento em cerca de 0,2 ponto percentual”, apontou o FMI.

“Reservas internacionais adequadas, baixa dependência de dívida em moeda estrangeira, grande colchão de liquidez do governo e uma taxa de câmbio flexível devem ajudar o país a absorver o choque”, acrescentou.

A guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã fechou o Estreito de Ormuz, por onde passa um quinto do petróleo mundial, e vem elevando os preços do combustível e provocando preocupações com a inflação.

IMF Growth Forecast 2026:
🇺🇸 US: 2.3%
🇩🇪 Germany: 0.8%
🇫🇷 France: 0.9%
🇮🇹 Italy: 0.5%
🇪🇸 Spain: 2.1%
🇬🇧 UK: 0.8%
🇯🇵 Japan:0.7%
🇨🇦 Canada: 1.5%
🇨🇳 China: 4.4%
🇮🇳 India: 6.5%
🇷🇺 Russia: 1.1%
🇧🇷 Brazil: 1.9%
🇲🇽 Mexico: 1.6%
🇸🇦 Saudi Arabia: 3.1%
🇳🇬 Nigeria: 4.1%
🇿🇦… pic.twitter.com/hs7T3ebF1v

— IMF (@IMFNews) April 14, 2026

Projeções do governo e dos analistas brasileiros

A perspectiva do FMI para a economia brasileira é melhor do que a do Banco Central, mas fica abaixo do cenário visto pelo Ministério da Fazenda.

Em março, o Banco Central projetou um crescimento econômico de 1,6%, apontando incerteza mais elevada no cálculo diante da guerra no Oriente Médio. Já o Ministério da Fazenda previu uma expansão de 2,3% para o PIB de 2026.

O mercado, segundo a pesquisa Focus mais recente, estima que a economia crescerá 1,85% neste ano. O corte refletiu uma perspectiva de desaceleração da demanda global, com custos mais altos de insumos (incluindo fertilizantes) e condições financeiras mais apertadas, segundo o Fundo.

As perspectivas do FMI para o Brasil neste ano e no próximo ficaram abaixo das projeções para a América Latina e Caribe, cujas expectativas de crescimento são de respectivamente 2,3% e 2,7%.

As contas do Fundo para a economia brasileira também são piores do que as das Economias de Mercados Emergentes e em Desenvolvimento, das quais o Brasil faz parte, que o Fundo projetou em 3,9% e 4,2%.

Projeções do FMI para outros países

O “cenário de referência” mais otimista do FMI pressupõe uma guerra de curta duração com o Irã e prevê um crescimento real do PIB global de 3,1% para 2026, uma queda de 0,2 ponto percentual em relação à previsão anterior, feita em janeiro. Nesse cenário, o preço médio do petróleo fica em média em US$82 por barril durante todo o ano de 2026, uma queda em relação aos níveis recentes de cerca de US$100 para o Brent.

O FMI reduziu sua previsão de crescimento para os EUA neste ano para 2,3%, uma queda de apenas 0,1 ponto percentual em relação a janeiro, refletindo o efeito positivo dos cortes de impostos, o efeito retardado dos cortes nas taxas de juros e o investimento contínuo em data centers de IA, que compensaram parcialmente o aumento dos custos de energia. Esses efeitos devem continuar em 2027, com o crescimento agora previsto em 2,1%, um aumento de 0,1 ponto percentual em relação a janeiro.

A zona do euro, que ainda enfrenta dificuldades com os altos preços da energia causados ​​pela invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, sofre um impacto ainda maior com o conflito no Oriente Médio, com sua perspectiva de crescimento caindo 0,2 ponto percentual em ambos os anos, para 1,1% em 2026 e 1,2% em 2027.

No cenário mais otimista, o crescimento do Japão permanece praticamente inalterado, registrando 0,7% em 2026 e 0,6% em 2027. No entanto, o FMI afirmou esperar que o Banco do Japão aumente a taxa de juros em um ritmo ligeiramente mais acelerado do que o previsto há seis meses.

O FMI prevê um crescimento de 4,4% para a China em 2026, uma queda de 0,1 ponto percentual em relação a janeiro, já que o aumento dos custos de energia e commodities é parcialmente compensado pela redução das tarifas norte-americanas e pelas medidas de estímulo do governo. No entanto, o FMI afirmou que os obstáculos representados por um setor imobiliário em baixa, uma força de trabalho em declínio, menores retornos sobre investimentos e um crescimento mais lento da produtividade reduzirão o crescimento da China em 2027 para 4,0%, uma previsão inalterada em relação a janeiro.

Por: Isto É.
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