O Fundo Amazônia vai investir mais de R$ 350 milhões em projetos de sociobioeconomia, inovação e inclusão produtiva na Amazônia Legal. A iniciativa deve impactar diretamente mais de 5 mil famílias e cerca de 60 cooperativas, incluindo ações com alcance em Rondônia.
O anúncio foi feito em Brasília durante o lançamento do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), que busca integrar políticas de desenvolvimento sustentável no país. Parte dos recursos será direcionada a cadeias produtivas estratégicas da região Norte, com potencial de beneficiar produtores e cooperativas rondonienses.
Segundo a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, o objetivo é fortalecer a bioeconomia como modelo de desenvolvimento, aliando geração de renda à preservação ambiental — um desafio central em estados como Rondônia.
Entre os destaques está o programa Coopera+ Amazônia, que pretende apoiar 50 cooperativas em cadeias como açaí, castanha e cupuaçu. Na área de inovação, R$ 181 milhões serão destinados a projetos que combinam ciência e saberes tradicionais, com participação de instituições da região.
A iniciativa reforça a estratégia do governo federal de ampliar investimentos sustentáveis e enfrentar o desafio de conciliar produção, conservação ambiental e geração de renda na Amazônia.

