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COTIDIANO

Mulher é torturada e tatuada à força por companheiro

Por Metrópoles. 23/04/2026 12:27 Atualizado em 23/04/2026 12:27
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Um homem de 32 anos foi preso, nessa quarta-feira (22/4), por suspeita de torturar, mutilar e tatuar à força a companheira, de 28, na região central de Itapetininga, interior de São Paulo. As imagens são fortes (veja galeria abaixo). A Justiça decretou a prisão preventiva do acusado. O caso é investigado pela Polícia Civil do município.

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O homem foi preso na Rua João Adolfo, região central do município. No local, policiais civis encontraram estimulantes sexuais de origem animal.

Marcas de sangue foram encontradas por peritos da Polícia Científica em uma cama do acusado — segundo as investigações, a vítima era amarrada e agredida naquele local.

Foto: Polícia Civil/Divulgação.

Outros objetos, como lâminas de barbear, e um gancho metálico foram recolhidos para análise. O objeto de metal era usado para introduzir na região íntima da vítima.

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Segundo o delegado Franco Augusto Costa Ferreira, responsável pelo caso, a vítima recebeu apoio do irmão para ir à delegacia e denunciar os episódios violentos. Ela teria aproveitado que o acusado dormiu, após consumir medicamentos controlados, para fugir da casa.

“Ela estava cochilando quando acordou sendo brutalmente agredida pelo companheiro, com socos no rosto, cabeça e nariz. Ele também desferiu diversas cotoveladas. Ela fugiu após ele tomar remédios controlados e dormir”, explicou.

Foto: Polícia Civil/Divulgação.

Tatuagens feitas à força, mutilação com lâmina de barbear e um gancho de ferro introduzido na região íntima foram parte dos métodos de tortura adotados pelo suspeito para ferir gravemente, de maneira física e psicológica, a vítima. Ela também foi queimada com um cigarro. Segundo a investigação, o suspeito fotografava os episódios de tortura.

Em depoimento à Polícia Civil, a vítima afirmou que também era ameaçada de morte. Em uma das ameaças, o acusado disse que a companheira “devia a alma para ele”.

O relacionamento da vítima e o suspeito durou 11 anos, e teria terminado em outubro de 2025. Porém, a vítima aceitou voltar com o companheiro em janeiro deste ano.

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