Ícone do site O Juruá Em Tempo

Neta de Lula ironiza Flávio Bolsonaro com ‘dança da rachadinha’

Bia Lula, neta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), publicou, neste domingo, 12, um vídeo em que ironiza o senador Flávio Bolsonaro (PL), fazendo a dança da “rachadinha”. As imagens, feitas por IA (inteligência artificial), fazem referência ao caso das rachadinhas, quando Flávio ainda era deputado estadual no Rio de Janeiro.

A manifestação de Bia ocorre em meio as pesquisas que apontam o presidente Lula perdendo vantagem em alguns cenários de segundo turno para as eleições deste ano, segundo a mais recente pesquisa Datafolha. Na mesma postagem, a neta do presidente reforça a ironia na legenda: “Essa coreografia ele dança como ninguém! É a dança da rachadinha. A nova trend da extrema direita”, escreveu na legenda do vídeo.

PT diz que Flávio é ‘marcado’ por rachadinha

Em março, um documento divulgado pela Executiva Nacional do PT dizia que Flávio é um parlamentar “marcado por denúncias e investigações”, como a da “rachadinha”, e associava o escândalo do Banco Master à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.

“A candidatura de Flávio Bolsonaro representa a continuidade do mesmo projeto autoritário e antipopular que o Brasil derrotou nas urnas. Trata-se de um parlamentar marcado por denúncias e investigações envolvendo esquemas de rachadinha, movimentações financeiras suspeitas e um histórico de enriquecimento incompatível com a vida pública”, declarou o PT.

Suposto envolvimento de Flávio

O Ministério Público do Rio havia, em 2020, denunciado Flávio à Justiça junto ao ex-assessor Fabrício Queiroz e outros 15 investigados pelos crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e apropriação indébita no esquema da “rachadinha”.

Flávio Bolsonaro foi denunciado sob a acusação de liderar um esquema criminoso no qual parte dos salários de ex-assessores seria recolhida em seu benefício. De acordo com o MP, ao menos 13 assessores teriam transferido parte de seus vencimentos a Queiroz. Documentos do órgão apontam que ele recebeu 483 depósitos em sua conta bancária, somando mais de R$ 2 milhões. O senador sempre negou  envolvimento com o caso.

* Com informações do Estadão Conteúdo

Sair da versão mobile