Porto Velho decreta emergência por cheia do Madeira, mas situação não reflete no Acre
Enquanto a capital rondoniense mobiliza esforços para atender populações ribeirinhas, o monitoramento técnico tranquiliza os acreanos: a cheia em Porto Velho não oferece riscos à principal via de ligação do Acre com o restante do país.
A Prefeitura de Porto Velho decretou, nesta segunda-feira, 27, situação de emergência após o Rio Madeira consolidar-se acima da cota de alerta de 15 metros. A medida foi tomada para agilizar a assistência a cerca de 2.800 famílias distribuídas em 27 comunidades nas regiões do Baixo, Médio e Alto Madeira.
overlay-clevercloseLogo
Apesar da gravidade para as comunidades locais de Rondônia, o cenário para o estado do Acre é de estabilidade. Ao portal A GAZETA, o coordenador da Defesa Civil do Acre, Coronel Carlos Batista, informou que o comportamento do Rio Madeira no momento é considerado dentro da normalidade para este período do inverno amazônico e não afeta a logística acreana.
“O Rio Madeira está em uma situação de normalidade para o período. A BR-364 segue com tráfego normal, sem qualquer problema de interrupção”, afirmou o Coronel Batista.
O coordenador explicou que o Decreto de Emergência em Porto Velho foca especificamente no Baixo Rio Madeira, em comunidades situadas à jusante (abaixo) da capital rondoniense. Portanto, o trecho da rodovia que garante o abastecimento de alimentos e insumos para o Acre permanece seguro e operacional.