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Rei Charles III visita EUA com segurança reforçada após atentado a Trump

Por Isto É. 27/04/2026 09:36 Atualizado em 27/04/2026 09:36
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O rei Charles III inicia nesta segunda-feira, 27, uma visita de quatro dias aos Estados Unidos, em meio a um esquema de segurança reforçado. A medida ocorre após a tentativa frustrada de assassinato do presidente Donald Trump, ocorrida durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca no final de semana. A agenda real inclui compromissos oficiais em Washington e Nova York, além de eventos militares e diplomáticos.

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O que aconteceu

De acordo com a imprensa britânica, autoridades do Reino Unido e dos Estados Unidos adotaram medidas adicionais de proteção para a viagem. O embaixador britânico em Washington, Christopher Turner, afirmou que “todas as medidas de segurança apropriadas foram tomadas” para garantir a proteção de Charles III e da rainha Camilla durante a agenda.

A visita prevê uma recepção oficial na Casa Branca, com encontro entre Trump e o rei no Salão Oval, além de um jantar de Estado. Também está previsto um discurso de Charles III no Congresso dos EUA, um dos momentos centrais da viagem diplomática.

A programação inclui ainda cerimônias militares com honras de Estado e uma visita ao Memorial do 11 de Setembro, em Nova York. Na metrópole, o rei terá encontros com autoridades locais, incluindo o prefeito Zohran Mamdani.

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Em seguida, o casal real seguirá para a Virgínia, onde participará de eventos em comemoração ao 250º aniversário da Declaração de Independência dos Estados Unidos. Uma cerimônia de despedida está prevista para a próxima quinta-feira, 30.

Fortalecimento das relações bilaterais

Logo depois, o rei e a rainha viajarão para as Bermudas, território ultramarino britânico, para uma visita de dois dias antes de retornarem ao Reino Unido. A expectativa do governo do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, é de que a visita contribua para fortalecer o futuro da chamada “relação especial” entre os dois países.

Segundo autoridades, a relação bilateral atravessa um de seus momentos mais delicados desde a Crise de Suez, em 1956.

* Com informações da Ansa

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