Rei Charles III visita EUA com segurança reforçada após atentado a Trump
O rei Charles III inicia nesta segunda-feira, 27, uma visita de quatro dias aos Estados Unidos, em meio a um esquema de segurança reforçado. A medida ocorre após a tentativa frustrada de assassinato do presidente Donald Trump, ocorrida durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca no final de semana. A agenda real inclui compromissos oficiais em Washington e Nova York, além de eventos militares e diplomáticos.
O que aconteceu
- Rei Charles III realiza visita de quatro dias aos EUA sob forte esquema de segurança.
- A proteção foi reforçada após o atentado contra o presidente Donald Trump.
- A agenda real prevê encontros na Casa Branca, discurso no Congresso e visitas em Nova York e Virgínia.
De acordo com a imprensa britânica, autoridades do Reino Unido e dos Estados Unidos adotaram medidas adicionais de proteção para a viagem. O embaixador britânico em Washington, Christopher Turner, afirmou que “todas as medidas de segurança apropriadas foram tomadas” para garantir a proteção de Charles III e da rainha Camilla durante a agenda.
A visita prevê uma recepção oficial na Casa Branca, com encontro entre Trump e o rei no Salão Oval, além de um jantar de Estado. Também está previsto um discurso de Charles III no Congresso dos EUA, um dos momentos centrais da viagem diplomática.
A programação inclui ainda cerimônias militares com honras de Estado e uma visita ao Memorial do 11 de Setembro, em Nova York. Na metrópole, o rei terá encontros com autoridades locais, incluindo o prefeito Zohran Mamdani.
Em seguida, o casal real seguirá para a Virgínia, onde participará de eventos em comemoração ao 250º aniversário da Declaração de Independência dos Estados Unidos. Uma cerimônia de despedida está prevista para a próxima quinta-feira, 30.
Fortalecimento das relações bilaterais
Logo depois, o rei e a rainha viajarão para as Bermudas, território ultramarino britânico, para uma visita de dois dias antes de retornarem ao Reino Unido. A expectativa do governo do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, é de que a visita contribua para fortalecer o futuro da chamada “relação especial” entre os dois países.
Segundo autoridades, a relação bilateral atravessa um de seus momentos mais delicados desde a Crise de Suez, em 1956.
* Com informações da Ansa