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‘Sonho virou pesadelo’: influencer mostra necrose no corpo após plásticas; VEJA

A influenciadora Mariana Tavares, 27, usou as redes sociais para expor que ficou com o corpo deformado e com quadros de necrose na pele após passar por cirurgias plásticas em uma clínica de São Paulo. Mari procurou a clínica de estética JK para fazer um pacote de plásticas pós-parto, quatro meses após dar à luz.

A mulher contou que primeiramente, um médico indicou plásticas nos braços, nas costas, na barriga e nas mamas, com implante de próteses nos seios e um enxerto nos glúteos.

A primeira cirurgia foi feita em 2023 e paga parcialmente pela influenciadora, que estima que R$ 70 mil foram gastos na primeira operação, com um desconto em troca de uma parceria de publicidade no perfil dela.

Após a cirurgia, Mariana contou que percebeu marcas escuras na barriga. A influenciadora questinou o médico e, segundo ela, foi informada de que deveria aguardar ao menos seis meses para ver o resultado final.

No entanto, com o passar dos meses, Mariana percebeu que ficou com as mamas assimétricas e com marcas de necrose no corpo. Ela ainda passou por duas cirurgias de reparo, que acabaram piorando a situação.

Após a última cirurgia para reparar as mamas assimétricas, segundo a influenciadora, um médico constatou uma nova reação, com necrose nos dois mamilos.

“Eu sentia nojo de mim. Me olhava no espelho e ficava com nojo de mim, com vergonha. Queria muito ter outro filho, meu sonho era poder amamentar e infelizmente eu não vou ter mais essa opção. É irreversível”, disse Mariana.

Ela ainda revelou que os gastos para reparar os danos chegaram a R$ 500 mil. O valor teria sido usados para tratamentos reparadores, consultas com outros médicos no exteriore e medicamentos.

Em um forte desabafo, a influenciadora cntou que passou a recorrer ao Photoshop para editar as fotos de biquíni que postava nas redes sociais para tentar “se sentir bem de alguma forma”.

Conforme as informações, o médico que fez cirurgia foi demitido, informou a clínica. Segundo o advogado Eduardo Maurício, a decisão foi tomada após uma avaliação técnica, com “base em critérios institucionais e com o objetivo de preservar os padrões de qualidade assistencial, a segurança dos pacientes e a integridade da marca”, afirmou, em nota.

A JK também disse que intercorrências médicas não estão sob controle dos profissionais. A clínica disse, ainda, que a paciente não ficou desassistida e que não foi oficialmente intimada sobre o caso em questão até a manhã de hoje.

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