Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Médico é preso em Roraima suspeito de ligação com organização criminosa
  • Homem ameaça pessoas com faca em churrascaria de Cruzeiro do Sul
  • Assembleia Legislativa altera tabela salarial de servidores efetivos
  • Governo coloca mais de 30 PMs à disposição do TJAC até 2027; entenda
  • Governador Mailza Assis lança programa de R$ 2,5 milhões para fortalecer agricultura familiar e combater fome
  • Longo apela ao TCE para tratar com prioridade convocação do concurso dos Bombeiros
  • Mulher é presa por tráfico de drogas próximo a escola no bairro Remanso, em Cruzeiro do Sul
  • ECOPS prorroga processo seletivo e contratos temporários por mais um ano em Cruzeiro do Sul
  • Mais de 2,8 mil maços de cigarros contrabandeados da Bolívia são apreendidos na BR-364 no Acre
  • PIX fora do ar? Clientes de bancos reclamam de instabilidade
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, maio 27
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Camisa, Eduardo e recado de Bolsonaro: bastidores do encontro de Flávio e Trump

Por Redação Juruá em Tempo.27 de maio de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O clima dentro do hotel The Willard, a menos de dois quilômetros da Casa Branca, era de apreensão desde o começo da manhã de terça-feira. Até poucas horas antes do encontro entre Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Donald Trump, ninguém no entorno do senador tratava a reunião como 100% garantida.

Flávio passou o dia recluso no hotel ao lado do irmão Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e do influenciador Paulo Figueiredo, um dos principais contatos do bolsonarismo junto ao trumpismo. Até o início da tarde, a agenda da Casa Branca não mencionava o senador brasileiro em nenhum compromisso oficial de Trump.

O receio no grupo era de que qualquer mudança provocada pelas negociações internacionais envolvendo o Irã pudesse derrubar o encontro em cima da hora, apesar da pré-confirmação feita na véspera. Nas horas anteriores, aliados chegaram a discutir internamente o tamanho do desgaste político caso Flávio atravessasse o continente para tentar demonstrar força internacional e voltasse ao Brasil sem a foto ao lado do presidente americano.

A confirmação definitiva só veio após novos contatos feitos por interlocutores ligados ao secretário de Estado, Marco Rubio. A articulação da agenda passou justamente pelo entorno republicano próximo de Rubio, além da rede construída por Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos desde o governo Jair Bolsonaro.

Segundo relatos feitos ao GLOBO, Eduardo e Paulo Figueiredo participaram apenas rapidamente do encontro. Entraram, cumprimentaram Trump e deixaram a sala logo depois. A avaliação dentro do grupo era que a reunião precisava ter “cara de encontro presidencial” e concentrar o protagonismo em Flávio.

O senador levou consigo uma camisa da seleção brasileira para presentear Trump. O plano, porém, não saiu exatamente como previsto. A peça acabou retida pela segurança da Casa Branca para procedimentos de inspeção e não pôde ser entregue diretamente ao presidente americano. Auxiliares afirmam que a camisa será liberada posteriormente.

Já sentado diante de Trump, Flávio ouviu seu pai, Jair Bolsonaro, virar assunto logo no começo da conversa. O presidente americano perguntou sobre a situação do ex-presidente brasileiro, quis saber detalhes da prisão domiciliar e questionou como a família estava lidando com o momento. Flávio então transmitiu um abraço do pai a Trump.

Flávio ficou cerca de 1h40 na Casa Branca. Ao final, Trump entregou ao senador uma “challenge coin”, moeda simbólica tradicionalmente distribuída por presidentes americanos a aliados, militares e convidados considerados próximos. O senador mostrou o item a aliados ainda dentro da Casa Branca e tratou o gesto como um sinal político importante.

Durante a coletiva concedida após o encontro, Jason Miller, estrategista republicano ligado a Trump e um dos principais nomes da comunicação digital do trumpismo, apareceu rapidamente no local e cumprimentou Flávio. Miller mantém relação frequente com Eduardo Bolsonaro e já participou de agendas políticas ligadas ao bolsonarismo no Brasil.

Dentro da pré-campanha de Flávio, a avaliação é de que o encontro com Trump ajuda o senador a retornar ao Brasil com um gesto político de impacto após semanas dominadas pela crise envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master. Aliados do PL avaliam que a imagem ao lado do presidente americano reforça a associação internacional de Flávio ao trumpismo num momento em que setores da direita passaram a discutir alternativas presidenciais ao senador, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e os ex-governadores Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

Flávio permanece em Washington até esta quarta-feira e deve retornar ao Brasil na quinta. Na sexta-feira, o senador tem agenda prevista em Curitiba.

Por: O Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.