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Força Especial da Bolívia apreende três brasileiros e dois bolivianos ligados ao Comando Vermelho por roubo seguido de morte

Roberto, de 23 anos, Zenan Oliveira de Sousa, de 21, Talisson da Silva Sensau, de 26 anos, além dos bolivianos Jorge L. Enrique Penaranda e Yovana Maniguari Sutil, foram apreendidos pela Força Especial de Combate ao Crime (FELCC) da Bolívia suspeitos de participação no roubo agravado seguido de morte ocorrido na noite de quinta-feira (28), nas proximidades da loja Mega Importações, em Cobija, cidade boliviana que faz fronteira com o Acre.

Segundo a polícia boliviana, os três brasileiros integram a facção criminosa Comando Vermelho.

De acordo com o relatório policial, a vítima, proprietária da loja de importados, foi atacada no momento em que fechava o estabelecimento comercial. Três criminosos invadiram o local para cometer o assalto e, durante uma perseguição seguida de luta corporal, um dos suspeitos desferiu um golpe de faca na altura do tórax do comerciante, que não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.

O primeiro suspeito capturado foi Roberto, de 23 anos, encontrado junto a uma motocicleta que teria sido utilizada durante a ação criminosa.

Posteriormente, por meio de análise de imagens de câmeras de segurança e trabalho de inteligência policial, as forças de segurança localizaram um imóvel no bairro San Juan, onde foram presos Zenan Oliveira de Sousa e Talisson da Silva Sensau.

Durante a operação, também foram apreendidos os bolivianos Jorge L. Enrique Penaranda e Yovana Maniguari Sutil, investigados por possível participação como encobridores ou cúmplices do crime.
Durante a ação, a FELCC conseguiu recuperar 25 celulares roubados, além de roupas e motocicletas que, segundo as investigações, foram utilizadas pelos criminosos no assalto.

Os materiais apreendidos foram apresentados pelas autoridades bolivianas como parte das provas relacionadas ao roubo agravado seguido de morte.

A polícia boliviana informou ainda que os suspeitos permanecem à disposição da Justiça e que as investigações continuam para identificar outros envolvidos, possíveis receptadores e a extensão da atuação da facção criminosa na região de fronteira entre Bolívia e Acre.

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