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Magno Malta é acusado de agredir técnica de enfermagem em hospital no DF

Por redação. 02/05/2026 08:10 Atualizado em 02/05/2026 08:11
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Uma técnica de enfermagem registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal contra o senador Magno Malta (PL-ES), sob acusação de agressão física e verbal. O episódio teria ocorrido na noite de quinta-feira, 30, no Hospital DF Star, em Brasília, onde o parlamentar estava internado. Segundo informações do portal g1, a profissional relatou ter recebido um tapa no rosto durante a realização de um exame. O senador nega a agressão.

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Em depoimento prestado à polícia, a funcionária alegou que o conflito teve início durante uma angiotomografia. Após uma interrupção no fluxo do contraste, a técnica de enfermagem constatou que o líquido havia extravasado no braço do senador. Ao tentar prestar assistência, Magno Malta teria se levantado e desferido um tapa em seu rosto, atingindo seus óculos. A técnica relatou ainda ter sido chamada de “imunda” e “incompetente”.

O senador havia sido hospitalizado na manhã daquela quinta-feira após apresentar queda de pressão ao chegar no Congresso Nacional. Ele participaria da sessão destinada à análise de vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Outro lado

Em nota oficial emitida por sua assessoria jurídica, o senador negou veementemente as acusações, classificando-as como “narrativa forjada” e “distorção dos fatos”. A defesa sustenta que houve um grave erro técnico na administração do contraste, resultando em trombose e hematoma no braço do parlamentar.

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Os advogados de Magno Malta argumentam que ele estava sob forte medicação e sentindo dores intensas devido ao extravasamento do líquido. A nota afirma que qualquer reação do senador foi direcionada ao “sofrimento físico e não à pessoa da técnica”. A defesa estuda medidas judiciais contra a profissional e representação junto ao Coren-DF (Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal).

O que diz o hospital e o Coren-DF

Em nota à IstoÉ, o hospital DF Star informou que iniciou uma apuração administrativa interna para apura o caso e “que vem dando todo o suporte à colaboradora que relatou ter sido vítima de agressão”. “A unidade também reitera que está à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários às autoridades envolvidas na investigação do episódio”, conclui o comunicado da unidade hospitalar.

Já o Coren-DF repudiou o ocorrido, reiterando que nenhuma condição de autoridade permite atos de violência e que acompanhará o caso para garantir o rigor da lei.

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