Um pastor de uma igreja evangélica, de 53 anos, foi preso pela Polícia Civil do Maranhão no município de Timon, localizado na região leste do estado. O homem é o principal suspeito de cometer o crime de estupro de vulnerável contra a sua própria enteada, uma adolescente de apenas 13 anos de idade.
O caso chegou ao conhecimento das autoridades de segurança pública por meio de uma denúncia formalizada pela mãe da vítima. Além de exercer funções de liderança religiosa na comunidade local, o investigado também trabalha profissionalmente como marceneiro na região.
Suspeito alega inocência e caso vai para a Justiça
Ao receber a voz de prisão dos policiais civis, o homem rebateu de forma veemente todas as acusações apresentadas contra ele. O investigado alegou que a denúncia de abuso sexual não passaria de uma suposta armação arquitetada pelas filhas de sua ex-companheira para prejudicá-lo. Na ocasião, ele afirmou: “Em nome de Jesus, eu vou provar”.
Segundo as informações publicadas originalmente pela jornalista Larice de Paula para a coluna Na Mira, do portal Metrópoles, o espaço segue aberto para manifestações e a reportagem tenta localizar os representantes legais responsáveis pela defesa técnica do pastor.
Após o cumprimento dos trâmites legais da ordem de prisão, o homem foi devidamente conduzido pelos policiais até a sede da Central de Flagrantes do município. Ele passou pelos exames de praxe e permanecerá recolhido no sistema prisional regional, onde ficará à inteira disposição do Poder Judiciário para o andamento das investigações e futuras audiências.
Quem realizou a prisão do pastor em Timon?
A prisão foi efetuada pelos agentes da Polícia Civil do Estado do Maranhão, após a formalização das denúncias de abuso.
O que o investigado alegou em sua defesa?
O pastor negou categoricamente a prática do crime, afirmando diante das autoridades que a acusação seria fruto de uma armação feita pelas filhas de sua ex-parceira.
Para onde o suspeito foi encaminhado após ser detido?
O homem foi conduzido diretamente para a Central de Flagrantes de Timon, onde aguardará os próximos desdobramentos determinados pela Justiça do Maranhão.

