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‘Quero ficar em paz’: MC Ryan SP nega acusações de movimentar mais de R$ 1 bi em lavagem de dinheiro

Por Redação Juruá em Tempo.18 de maio de 20263 Minutos de Leitura
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O funkeiro MC Ryan SP, alvo preso da Operação Narco Fluxo, foi solto na última quinta-feira (14) após decisão judicial expedida pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3). Em liberdade, o artista afirmou “jamais” ter tido envolvimento nos casos investigados pela Polícia Federal e que irá provar sua inocência no caso. Segundo a PF, Ryan SP seria o líder da organização criminosa, responsável por lavar dinheiro de casas de apostas e rifas ilegais, além de tráfico de drogas.

O cantor foi preso em 15 de abril e estava, desde o dia 30, na Penitenciária II de Mirandópolis, no interior de São Paulo.

— Eu não liderei nada disso. Não lavo dinheiro para o PCC. Não lavo dinheiro para o Comando Vermelho, não lavo dinheiro para nada. Eu faço as minhas publicidades, como todo mundo faz. Tudo vai ser provado, tudo vai ser resolvido e lá na frente eu vou cantar o hino da vitória — disse o cantor em entrevista ao Domingo Espetacular, da TV Record.

Segundo Ryan, a motivação por trás das acusações seria consequência de sua ostentação e o fato de “mostrar muito” tudo o que tem. Ainda de acordo com o funkeiro, seu objetivo agora é comprovar sua inocência no caso investigado pela Polícia Federal.

— Eu estou convicto de que eu vou sair dessa. Eu vou vencer, vai dar tudo certo. Lutar contra isso, sair dessa investigação, com certeza. Eu estou rezando todo dia para apenas ouvir: ‘Você foi absolvido desse inquérito policial. Você tá livre’. Quero ficar em paz — disse Ryan SP.

Classificado como líder e beneficiário econômico de um esquema de lavagem de dinheiro, o grupo do qual fazia parte é suspeito de lavar valores superiores a R$ 1,6 bilhão em dinheiro em apenas 24 meses. Apesar da soltura, MC Ryan SP terá de cumprir medidas cautelares impostas pela Justiça, como não deixar a cidade onde mora por mais de cinco dias sem autorização judicial, e não sair do país sem autorização.

Ainda na entrevista, o artista relatou seus dias passados na penitenciária, que foram ‘os piores dias’ de sua vida, e que chorava a todo momento pensando em sua filha.

— Eu errei muito também, com a minha esposa, com a minha família. Eu chorava olhando as fotos da minha filha e falava: ‘Deus, por que eu estou aqui?’. Eu sofri muito na cadeia. Eu só chorava lá dentro — contou o artista.

A decisão que concedeu o habeas corpus para o MC também concedeu liberdade ao funkeiro Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, o MC Poze do Rodo. Os influenciadores Chrys Dias e Débora Paixão também foram beneficiados pela medida, além de Diogo Santos de Almeida. Todos deixaram as unidades prisionais na tarde desta quinta-feira.

Segundo a investigação, Ryan teria estruturado mecanismos de blindagem patrimonial, transferindo participações societárias a familiares e pessoas interpostas, utilizando operadores financeiros para distanciar o capital ilícito de sua pessoa física antes de reinseri-lo na economia formal “mediante aquisição de imóveis, veículos de luxo, joias e outros ativos de alto valor”.

No despacho, a desembargadora afirmou que a prisão preventiva não pode ser mantida sem que haja elementos suficientes sequer para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Federal. Segundo ela, até o momento nenhum dos investigados foi formalmente denunciado, e a PF pediu mais 90 dias para concluir diligências e perícias.

Por: O Globo.
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