Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Dois homens são baleados após pararem para ajudar motociclista na Transacreana
  • Homem é baleado em Tarauacá, suspeito é preso e vítima é transferida para Rio Branco
  • Suspeito de roubo morre após reagir à abordagem policial no Acre
  • Motociclista de aplicativo fica ferido após colisão com caminhonete
  • Roda de Conversa debate autogestão, desafios e resistência dos Pontos de Cultura em Cruzeiro do Sul
  • Acre terá sábado de tempo seco, sem risco de chuva e mínimas de até 16°C
  • Expoacre 2026 abre inscrições para concurso que vai eleger Rainha do Rodeio; veja como participar
  • Asteroide passa perto da Terra neste sábado; veja o que pode acontecer
  • Segundo avião da FAB decola neste sábado com ajuda para a Venezuela
  • Rayan destaca papel defensivo do ataque em trabalho de Ancelotti
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, junho 27
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque 2

Asteroide passa perto da Terra neste sábado; veja o que pode acontecer

Por Redação Juruá em Tempo.27 de junho de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Um asteroide que foi descoberto em 1997 vai passar próximo à Terra neste sábado (27).

Apesar do alerta, a passagem não apresenta risco algum, segundo a Agência Espacial Europeia (ESA).

O asteroide chamado de (152637) 1997 NC1, que tem entre 750 e 1650 metros de diâmetro e estará 2565838 km da Terra, e foi descoberto em julho de 1997, poderá ser observado com pequenos telescópios ou binóculos potentes.

Apesar da aproximação com o nosso planeta, a agência alerta que não há motivo para preocupação e que o asteroide não representa risco de colisão com o nosso planeta.

“A aproximação de um objeto deste tamanho à Terra acontece apenas a cada poucos anos, embora desta vez a Lua, brilhante e próxima, possa dificultar sua observação no momento de maior aproximação [do asteroide]”, afirmou Juan Luis Cano, do Escritório de Defesa Planetária da agência.

O momento de maior aproximação será às 8h14 (horário de Brasília) e 11h15 no horário da Europa.

O asteroide não poderá ser visto a olho nu, mas somente com o auxílio de equipamentos como telescópios pequenos ou binóculos grandes, além de ser preciso estar em um lugar com pouca poluição luminosa, longe das luzes das cidades.

A agência também aponta que a população do Hemisfério Norte terá as melhores condições de observação durante a aproximação. Já aqui no Hemisfério Sul as chances são maiores quando o asteroide começar a se afastar da Terra.

Para seguir a aproximação do 1997 NC1, basta acompanhar nas imagens oferecidas pelo site: The Virtual Telescope Project.

O que é um asteroide?
Asteroides são objetos majoritariamente pequenos, rochosos ou metálicos, localizados no chamada cinturão de asteroides, entre as órbitas de Marte e Júpiter, embora alguns se aproximem e até atravessem a órbita da Terra. Por definição, eles são maiores do que um metro de diâmetro.

As rochas flutuantes menores do que asteroides são chamadas de meteoroides, e se transformam em meteoros ao entrar na nossa atmosfera. Já os asteroides massivos o bastante para se tornarem esféricos pela força de sua própria gravidade são chamados de planetas-anões, como é o caso de Plutão.

Os asteroides são rochas que contêm os materiais primitivos do qual foram construídos os planetas do nosso Sistema Solar. Porém, ao contrário das rochas terrestres, moldadas por eras de erosão e processos geológicos, os asteroides permaneceram intocados.

Asteroides potencialmente perigosos
Mas há outro motivo para conhecer bem os asteroides (e também os cometas): a sua proximidade com a Terra. Os chamados objetos próximos à Terra (NEOs na sigla em inglês) são asteroides entre 3 metros e 40 quilômetros de diâmetro acompanhados constantemente pelo Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra, da Nasa (agência espacial dos Estados Unidos).

Como as órbitas desses objetos são alongadas ou elípticas, eles chegam a se afastar até 195 milhões de quilômetros do Sol, aproximando-se perigosamente de nós. Embora a probabilidade de uma grande colisão com o nosso planeta seja considerada relativamente baixa, o potencial devastador desses objetos impõe um monitoramento contínuo.

Por: CNN Brasil.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.