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Instagram Plus começa a ser liberado no Brasil por R$ 10 ao mês

O público brasileiro passou a ter acesso ao Instagram Plus na última quinta-feira (4), uma modalidade paga da plataforma digital que cobra uma mensalidade de R$ 10 para liberar ferramentas extras.

A nova modalidade traz um maior alcance dos stories, expandindo a visibilidade deles junto ao público que acompanha a conta. Outro diferencial é que o tempo de exibição desses conteúdos dobra, passando a durar dois dias inteiros no ar, contra o limite padrão de um dia.

Quem assina o plano também consegue criar vários grupos diferentes de contatos, funcionando igual a lista de melhores amigos, o que ajuda a direcionar as postagens só para quem o usuário quiser.

A Meta, dona do Instagram, planeja estender esse modelo pago em breve para seus demais produtos, como o Facebook e o WhatsApp. No caso do segundo, a assinatura dará direito a modificações estéticas, pacotes de adesivos digitais de nível premium e alertas sonoros personalizados para as conversas.

Veja a relação detalhada dos benefícios do Instagram Plus:

Meta One

O projeto dessa assinatura havia sido antecipado nos dias finais de maio por Naomi Gleit, que chefia a divisão de produtos da Meta. De acordo com a Gleit, a intenção é que esses serviços pagos passem a ser operados de maneira unificada em um painel próprio da empresa futuramente.

“Você poderá nos ver testando assinaturas sob o nome Meta One. Embora ainda estejamos em fase de testes e aprendizado, acreditamos que, eventualmente, o Meta One será o local centralizado que reunirá suas assinaturas em todos os nossos aplicativos”, disse.

Anteriormente, em 2023, a holding colocou no mercado do continente europeu planos pagos que removiam as inserções comerciais do Instagram e do Facebook, uma manobra necessária para se enquadrar nas regras de privacidade vigentes na União Europeia.

Desta vez, a expansão global dos pacotes premium sinaliza a busca da companhia por novas fontes de faturamento que diminuam sua dependência do mercado publicitário tradicional.

Esse movimento responde à cobrança do mercado financeiro em relação aos grandes aportes que a organização vem fazendo no segmento de inteligência artificial. Os cálculos da empresa indicam que os custos voltados ao desenvolvimento dessa área tecnológica, sobretudo na montagem de estruturas de processamento de dados, devem oscilar entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões (o equivalente a uma faixa entre R$ 630 bilhões e R$ 730 bilhões).

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