Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Moradores em situação de rua protagonizam “cena romântica” no centro de Cruzeiro do Sul; veja vídeo
  • Abandono escolar no ensino médio cai pela metade no Acre, aponta Censo Escolar 2025
  • Pai é preso por planejar a morte do filho para não pagar pensão e confessar crime ao ChatGPT
  • Brasil x Japão: Governo do Acre decreta ponto facultativo na segunda-feira para servidores estaduais
  • Sessão solene reúne deputados e celebra expansão da produção de café no Juruá
  • Motociclista cai após passar mal e desmaiar na Avenida 25 de Agosto; veja vídeo
  • Caminhão do DNIT sai da pista e quase tomba às margens da BR-364 após o Liberdade; veja vídeo
  • Força Tática prende suspeito de roubo a loja de celulares e recupera parte da carga em Rio Branco
  • Carol Celico lembra separação polêmica de Kaká: ‘Sofri uma forte misoginia’
  • Campanha de Flávio Bolsonaro aposta em vice mulher para tentar conter efeito de crise com Michelle
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, junho 26
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

Mãe escava escombros em busca do filho após terremotos na Venezuela: ‘São muitas pedras e com as mãos não dá’

Por Redação Juruá em Tempo.26 de junho de 20263 Minutos de Leitura
Terremotos na Venezuela — Foto: AFP
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Amparo del Giudice escava com as próprias mãos uma montanha de escombros em busca do filho, uma das vítimas dos terremotos mais devastadores da Venezuela desde 1900. A história dela é uma entre as tantas tragédias provocadas pelos terremotos de magnitudes 7,2 e 7,5 que atingiram o norte do país na quarta-feira, com menos de um minuto de intervalo. O balanço oficial aponta pelo menos 589 mortos, embora haja temor de que o número final de vítimas chegue aos milhares.

Desesperada com a demora na chegada das equipes de resgate, Amparo cavava com as próprias mãos enquanto chorava e gritava inconsolavelmente em um bairro de La Guaira, a região mais atingida pelos terremotos.

— São muitas pedras e com as mãos não dá — exclama, impotente, sentada a poucos metros do local onde acredita que o filho esteja: — Não tem nem água — reclama, ao lamentar a falta de ajuda do governo.

Alessandro del Giudice, de 23 anos, voltou a vestir seu capacete de bombeiro voluntário para ajudar a avó a encontrar algum sinal de vida do pai.

— Ele está aí — soluça.

mulher procura entre os escombros de um prédio que desabou enquanto tenta recuperar seus pertences após um terremoto em Catia La Mar, no estado de La Guaira, a cerca de 30 quilômetros a noroeste de Caracas, em 25 de junho de 2026 — Foto: AFP
mulher procura entre os escombros de um prédio que desabou enquanto tenta recuperar seus pertences após um terremoto em Catia La Mar, no estado de La Guaira, a cerca de 30 quilômetros a noroeste de Caracas, em 25 de junho de 2026 — Foto: AFP

La Guaira, com cerca de 25 mil habitantes e localizada a 40 quilômetros de Caracas, abriga o Aeroporto Internacional de Maiquetía e é o destino de praia preferido dos moradores da capital.

A maioria dos edifícios altos com piscina ficou danificada em Los Corales, bairro de classe média onde a família Del Giudice busca notícias do desaparecido.

‘Família Pérez, vivos’

A presidente interina Delcy Rodríguez, que assumiu o poder após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro, visitou na quinta-feira a região, declarada pelo governo como “zona de desastre”. A AFP também constatou saques em áreas atingidas.

Nuvens de poeira ainda pairam entre edifícios de luxo com vista para o mar do Caribe, reduzidos a montanhas de escombros.

Grande parte das construções ao longo da costa tornou-se inabitável, enquanto outras desapareceram completamente. A principal rodovia que corta La Guaira ficou rachada em vários trechos.

Dois hotéis cinco estrelas estão entre as estruturas que desabaram.

Equipes de resgate e voluntários escalavam montanhas de escombros do que antes eram prédios de até 15 andares. Gritos com os nomes dos desaparecidos ecoavam entre enormes paredes rachadas.

“Família Pérez, vivos”, diz a inscrição na lateral de uma casa que parece ter sido arrancada do chão.

Há estruturas destruídas e rostos marcados pelo desespero por todos os lados.

As réplicas continuam sendo registradas, e alguns edifícios gravemente danificados rangem a cada novo tremor.

Por: AFP.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.