Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Três novos cumprimentos de mandados aproximam 6º BPM da marca de 100 prisões realizadas
  • IBGE abre mais de 40 vagas no Acre em processo seletivo com salários de até R$ 4 mil
  • Justiça bloqueia R$ 36 milhões da construtora responsável por ponte que desabou em Sena Madureira
  • “Caveirinha” é preso acusado de matar homem encontrado com sinais de tortura
  • Fernanda Torres se emociona com relato de Jennifer Lopez sobre ‘Ainda Estou Aqui’
  • Dwayne Johnson revela susto com nódulo em testículo durante divulgação de filme
  • Mudança climática altera dinâmica do El Niño e aumenta eventos extremos
  • Desmate na amazônia em maio fica perto de mínima histórica
  • EUA devem retirar um terço dos caças que disponibilizam à OTAN, limitando capacidade da Europa de realizar ataques
  • Menino de 6 anos questiona Papa Leão XIV sobre desigualdade, solidão e fé durante visita à chamada ‘catedral dos pobres’
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, junho 12
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Esporte

Os países mais odiados na Copa do Mundo da Fifa, segundo estudo

Por Redação Juruá em Tempo.12 de junho de 20263 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Antes de cada partida da Copa do Mundo, milhões de torcedores ao redor do planeta acompanham os jogadores perfilados para cantar seus hinos nacionais. O que poucos percebem é que muitas dessas músicas carregam séculos de guerras, revoluções e disputas territoriais. E uma análise publicada pela revista The Economist revelou qual país aparece com mais frequência como antagonista nessas canções: a Espanha.

O levantamento examinou as letras dos hinos das 48 seleções classificadas para a Copa do Mundo de 2026, utilizando ferramentas de inteligência artificial para identificar referências a inimigos, batalhas, figuras históricas e conflitos nacionais. Hinos sem letra oficial, como os da Espanha e da Bósnia e Herzegovina, ficaram de fora da análise.

O resultado apontou a Espanha como o país mais citado de forma negativa ou associado a conflitos históricos nas canções das seleções presentes no torneio.

A explicação está diretamente ligada ao passado imperial espanhol. Durante séculos, a Espanha controlou vastos territórios na América e em outras regiões do mundo. Em diversos casos, os processos de independência ocorreram por meio de guerras e revoluções, experiências que acabaram registradas nos símbolos nacionais desses países.

O hino do Equador, por exemplo, faz referência à queda do domínio espanhol ao mencionar um “leão derrubado” que rugia em desespero. Já a versão completa do hino da Holanda traz uma referência ainda mais explícita ao conflito histórico com a monarquia espanhola. O do México foi escrito após décadas de conflitos externos e celebra a defesa da soberania nacional.

Segundo a publicação, mesmo quando se considera o contexto histórico e não apenas as menções literais, a Espanha continua liderando a lista de países retratados como adversários nos hinos das seleções da Copa.

A análise também mostrou que a violência continua sendo um tema dominante nos símbolos nacionais. Dos países presentes no Mundial, apenas oito possuem hinos sem referências significativas a guerras, soldados, armas, batalhas ou sacrifícios patrióticos.

Os pesquisadores observaram que os hinos mais antigos tendem a ser os mais agressivos. Muitos foram escritos no século XIX, período marcado por guerras de independência, conflitos territoriais e processos de construção nacional.

Entre todos os participantes da Copa, Portugal aparece como o país com o hino mais referências de guerras. A canção nacional portuguesa foi originalmente composta em meio a uma crise diplomática com a Grã-Bretanha e utiliza repetidamente expressões militares.

A famosa frase “Às armas!” é repetida diversas vezes ao longo da composição. Segundo a análise da The Economist, o hino português apresenta cerca de 11 referências à violência para cada 100 palavras, muito acima da média observada entre os participantes do Mundial.

Outras seleções também mantêm forte linguagem militar em seus hinos. O francês, por exemplo, alerta sobre soldados estrangeiros que chegariam para atacar famílias francesas. Já os hinos do Uruguai e da Tunísia exaltam a ideia de sacrifício e martírio pela pátria.

No extremo oposto estão países cujas canções adotam um tom mais pacífico. O hino da Alemanha enfatiza valores como liberdade, unidade e prosperidade. O do Japão faz referência à longevidade do imperador e à passagem do tempo. Já o Canadá, um dos anfitriões da Copa de 2026, praticamente não contém alusões a guerras ou conflitos.

Os outros anfitriões, Estados Unidos e México, apresentam letras marcadas por temas de independência, patriotismo e resistência. O hino mexicano, porém, se destaca pelo tom mais combativo, refletindo um período histórico marcado por invasões estrangeiras e perdas territoriais.

Por: O Globo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.