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Governo do Acre exonera assessor suspeito de causar acidente que matou três pessoas na BR-364

O governo do Acre exonerou, neste domingo, 30, o advogado João Victor Casas Lopes do cargo em comissão que ocupava na administração estadual. A exoneração foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE) deste domingo, horas após o servidor ser preso como principal suspeito de provocar o acidente que matou três pessoas na BR-364, entre Tarauacá e Feijó.

Assinado pela governadora Mailza Assis, o decreto determina a exoneração de João Victor do cargo em comissão do Grupo de Chefia, Assistência e Assessoramento (CAS-8). O documento informa que ele havia sido nomeado para a função por meio de decreto publicado em novembro de 2025.

A publicação ocorreu no mesmo dia em que João Victor foi detido pela Polícia Militar nas proximidades do local do acidente. Conforme informações repassadas pela Polícia Civil, ele é investigado pela colisão que resultou na morte de três pessoas e deixou uma quarta vítima gravemente ferida.

Prisão após acidente

João Victor foi preso após, segundo o relato policial, deixar o veículo envolvido na ocorrência e tentar sair do local sem prestar socorro. Ele foi localizado por uma equipe da Polícia Militar nas imediações da tragédia.

Ainda conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, o suspeito apresentava sinais de embriaguez e teria admitido aos policiais que havia consumido bebida alcoólica horas antes do acidente.

O caso aconteceu na madrugada deste domingo, 30, na BR-364, no trecho entre Tarauacá e Feijó.

Governo do Acre exonera assessor suspeito de causar acidente que matou três pessoas na BR-364

Três pessoas morreram

As vítimas do acidente foram identificadas como Verony da Costa Viana Silva, Antônio Carlos Parente da Silva e Nahyure Antonieta Gomes de Oliveira.

Uma quarta pessoa que estava envolvida na ocorrência ficou gravemente ferida e foi encaminhada para atendimento médico em Cruzeiro do Sul. A identidade dela não havia sido divulgada.

Segundo a Polícia Civil, o delegado responsável pelo inquérito determinou a abertura da investigação contra João Victor pelo crime de homicídio culposo na direção de veículo automotor. Na avaliação inicial da investigação, ainda não havia elementos suficientes para apontar que o acidente tenha sido provocado de forma intencional.