Os resultados ruins nos enfrentamentos com os líderes do Campeonato Brasileiro e a proximidade do fim da janela de transferência sem contratações de peso aumentaram a pressão no Botafogo.
A diretoria tem passado a semana depois da derrota para o Flamengo correndo atrás de reforços e também avaliando a substituição do interino Rodrigo Bellão por um técnico mais experiente.
A mudança em princípio aconteceria após o jogo contra o Palmeiras, domingo, mas as derrotas para Athletico e Flamengo aumentaram as cobranças por uma troca.
Nesse cenário, o presidente João Paulo Magalhães avalia alternativas. E já indicou que uma delas, Renato Gaúcho, não é prioridade.
Entretanto, o estafe do treinador sinalizou que houve conversas inicias que poderiam amadurecer justamente depois do jogo de domingo pelo Brasileirão.
Enquanto isso, o perfil é desenhado para substituir Bellão, e estrangeiros vistos como mais difíceis. No mercado nacional, há poucas alternativas de nome, como Tite, ex-seleção, que está disponível.
E jogadores?
A diretoria do Botafogo tem se movimentado por reforços. O foco são jogadores que estão com dificuldades para encontrar ofertas na Europa no fim da janela.
O CEO da SAF, Eduardo Iglesias, conduz as conversas junto ao presidente João Paulo. No mercado, os relatos são de dificuldades em função do acordo do clube para uma recuperação judicial.
O problema apontado é a colocação de agentes e outras equipes na lista de credores. Pois além de não pagar como era feito na era Textor, o Botafogo ainda o faz parcelado e com desconto.
A saída tem sido negociar com atletas livres, pelo salário. É o caso de Cebolinha, do Flamengo. Sem custos de aquisição, as conversas tem avançado, mas ainda estão longe de um acordo.
Até agora o Botafogo só acertou a contratação do zagueiro brasileiro Arthur Chaves, de 25 anos, que pertence ao Hoffenheim, por empréstimo de um ano, ao custo de 1 milhão de euros.



