A população do Acre cresceu 0,39% entre 2025 e 2026, segundo um mapa divulgado pelo Brasil em Mapas com base em estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE. O índice coloca o estado ligeiramente acima da média brasileira, que foi de 0,37% no mesmo período.
O material aponta que o Brasil alcançou 214,2 milhões de habitantes em 2026, mas segue em um cenário de desaceleração do crescimento populacional. No recorte estadual, o Acre aparece na faixa de crescimento muito baixo, que reúne os estados com variações entre 0,01% e 0,49%.
Embora a diferença seja pequena, o crescimento populacional do Acre, de 0,39%, ficou 0,02 ponto percentual acima do registrado no país, de 0,37%.
O estado aparece atrás de outras unidades da região Norte, como Roraima, que teve crescimento de 3,01%, Amazonas, com 0,91%, Pará, com 0,52%, Tocantins, com 0,58%, e Amapá, com 0,43%.
Entre todos os estados brasileiros, Roraima apresentou a maior variação populacional entre 2025 e 2026. Na sequência aparecem Santa Catarina, com 1,54%, Mato Grosso, com 1,46%, Goiás, com 0,96%, e Amazonas, com 0,91%.
Rio Branco cresce 0,27%
Na capital acreana, a variação populacional foi menor que a registrada no estado. Rio Branco teve crescimento de 0,27% entre 2025 e 2026, conforme os dados apresentados no mapa.
O índice coloca a capital na faixa de crescimento muito baixo. Ainda segundo a publicação, entre as capitais brasileiras, Boa Vista teve o maior crescimento, com 3,19%, seguida por Florianópolis, com 1,85%, Palmas, com 1,42%, Cuiabá, com 1,02%, e Manaus, com 1,01%.
Por outro lado, Salvador apresentou queda de 0,17%, Natal teve redução de 0,13%, Belém caiu 0,08% e Belo Horizonte registrou -0,02%. Porto Alegre aparece com 0,00%, classificada como estagnação populacional.
Mudança no crescimento populacional
A publicação destaca que o cenário de 2026 revela uma desaceleração do crescimento da população brasileira. O material aponta ainda uma maior concentração do crescimento no Centro-Norte do país e uma redução ou estagnação em algumas grandes capitais.
Outro ponto destacado é o avanço da transição demográfica, associado à redução dos nascimentos e ao envelhecimento da população.



