Um jovem de 24 anos, identificado como Uenderson Cabral da Silva, foi baleado no braço direito durante um ataque a tiros no final da tarde desta quinta-feira, 24, no Residencial Santo Afonso, no Segundo Distrito de Rio Branco. O rapaz conseguiu escapar dos atiradores e procurou ajuda na casa de familiares. O braço atingido já estava fraturado e imobilizado com gesso devido a um acidente de motocicleta ocorrido dias antes.
Segundo testemunhas, Uenderson estava nas proximidades da própria residência, na Rua Geraldo Pinheiro, quando dois homens chegaram em uma motocicleta preta. O passageiro desceu armado e efetuou três disparos, sendo que um atingiu o jovem. Os outros dois tiros acertaram a casa de uma vizinha.

Após o ataque, os suspeitos fugiram pela região gritando “aqui é bonde”, conforme relatos de moradores. Na esquina, os dois perderam o controle da motocicleta e caíram em uma poça de água. Durante a queda, um quarto disparo teria ocorrido acidentalmente.
Os homens conseguiram se levantar e retomaram a fuga. Antes de deixar a área, ainda teriam ameaçado moradores, incluindo mulheres que presenciaram a ação, e afirmado que retornariam ao local.
Jovem foi baleado em braço que já estava engessado
Mesmo ferido, Uenderson correu até a casa de familiares, localizada na Rua Raimundo Pinheiro de Morais, onde conseguiu pedir ajuda.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e enviou uma equipe de suporte avançado. Durante a avaliação, os profissionais constataram que o disparo havia atingido apenas o braço direito.
O jovem recebeu os primeiros atendimentos, foi estabilizado e encaminhado ao pronto-socorro de Rio Branco. Segundo as informações repassadas, seu estado de saúde era estável.
A mãe da vítima contou que o filho havia sofrido uma queda de motocicleta em um ramal alguns dias antes do ataque e estava utilizando gesso no mesmo braço atingido pelo tiro.
Caso deverá ser investigado
A Polícia Militar do 2º Batalhão não foi acionada para atender à ocorrência.
O caso deverá ser analisado inicialmente pela Equipe de Pronto Emprego (EPE) e, posteriormente, encaminhado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A investigação deverá buscar identificar os dois suspeitos, esclarecer a motivação do ataque e apurar as circunstâncias que antecederam os disparos.



