O produtor musical Papatinho ingressou no projeto Só Fé, que une o trap e o gospel para transmitir mensagens de fé aos jovens através da música. Meses antes, o artista assinou oito faixas do mais novo álbum de Anitta, Equilibrium II. Ao Metrópoles, ele revelou como se sente sobre as críticas feitas à cantora justamente pelo público que ouve música gospel.
“Eu procuro não julgar ninguém. Tenho muito respeito pela minha amiga Anitta, pela artista, pela profissional e por tudo o que ela conquistou. Acredito que cada pessoa tem a própria caminhada, as próprias escolhas e relação pessoal com a fé”, afirmou.
Papatinho acredita que o papel dele é apenas fazer música, tratar todo mundo com respeito e dar o melhor em cada projeto. Para ele, trabalhar com artistas de universos completamente diferentes não significa deixar de ser quem é ou de respeitar o que acredita.
O integrante da banda ConeCrewDiretoria também comentou como faz a junção do trap, gênero que o consagrou, com o gospel no projeto Só Fé. “Eu sempre gostei de desafios e nunca quis ficar preso a um gênero só. É claro que tenho a minha sonoridade e toda a bagagem da música urbana, que é de onde eu vim. Passei a ser muito conhecido pelo rap, pelo trap e pelo funk, mas a música sempre foi muito maior do que qualquer rótulo pra mim”, disse.



