O Conselho Gestor do Sistema Integrado de Segurança Pública do Acre decidiu proibir a entrada, consumo, fornecimento e/ou distribuição de cigarros ou equivalentes por parte de presos, servidores, funcionários, terceiros e visitantes nas dependências dos estabelecimentos penais do estado do Acre.
De acordo com resolução assinada pela cúpula da segurança pública, o tabagismo é responsável por milhares de mortes no Brasil e o uso do cigarro em ambiente fechado pode prejudicar os presos não fumantes.
O conselho usa o posicionamento do médico pneumologista Ricardo Meirelles para justificar a proibição da entrada e consumo de cigarros nos presídios acreanos.
“Um fumante passivo pode chegar a consumir o equivalente a 10 cigarros por dia, dependendo da exposição a que sofre. E que quem convive com pessoas que fumam em ambientes fechados têm o dobro de chances de contrair doenças, comparadas aos não-fumantes que respiram ar puro diariamente”.



