O Acre ocupa a 23ª posição entre os 27 estados e o Distrito Federal no ranking nacional de Sustentabilidade Social de 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). No recorte regional apresentado no levantamento, o estado aparece na 8ª posição entre as unidades federativas da região Norte.
O pilar de Sustentabilidade Social possui peso de 11,3% na nota final do ranking e busca medir o nível de vulnerabilidade social da população em diferentes estágios da vida. A avaliação considera fatores que vão além da renda e envolvem condições de saúde, pobreza, moradia, saneamento e trabalho.
Ao todo, são analisados 16 indicadores, entre eles inadequação de moradia, famílias abaixo da linha da pobreza, desigualdade de renda, acesso à água e ao esgotamento sanitário, anos potenciais de vida perdidos e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
O levantamento também considera indicadores de mortalidade materna, mortalidade precoce, mortalidade infantil, desnutrição e obesidade na infância, cobertura vacinal, equilíbrio racial, trabalho infantil e trabalho escravo.
Na classificação apresentada, o Acre aparece atrás de outros estados da região Norte. Tocantins ocupa a 12ª posição nacional, Amazonas a 16ª, Rondônia a 18ª, Pará a 26ª e Roraima a 24ª, enquanto o Acre aparece na 23ª colocação. Amapá ocupa a 25ª posição.
O ranking aponta que o pilar de Sustentabilidade Social não avalia apenas a capacidade de corrigir problemas já existentes, mas também a prevenção de situações que possam aumentar a vulnerabilidade da população.
A metodologia relaciona ainda a sustentabilidade social à competitividade econômica. A redução da vulnerabilidade tende a ampliar as oportunidades de inserção das pessoas na economia e, consequentemente, o tamanho do mercado consumidor.

