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Custo da construção no Acre sobe 0,80% em julho e acumula alta de 9,83%

O custo da construção civil no Acre registrou alta de 0,80% em julho, segundo dados do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado nesta terça-feira, 11, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o estado acumula avanço de 8,17% nos sete primeiros meses de 2026 e de 9,83% nos últimos 12 meses.

O percentual registrado no Acre em julho ficou acima da média nacional, que foi de 0,44%, e também superou a variação da Região Norte, de 0,74%.

O custo médio do metro quadrado da construção no estado chegou a R$ 2.303,57 em julho, considerando a metodologia com desoneração da folha de pagamento. O valor coloca o Acre entre os estados com custos mais elevados da Região Norte.

No acumulado de janeiro a julho, a alta de 8,17% no Acre também ficou acima dos índices registrados na maior parte dos estados nortistas. Em 12 meses, o avanço de 9,83% superou o resultado regional de 6,60% e o nacional de 7,40%.

Entre os estados da Região Norte, o Acre apresentou em julho a segunda maior variação mensal, atrás apenas do Pará, que registrou alta de 1,02%. Tocantins teve aumento de 0,96%, Amapá de 0,61%, Roraima de 0,50%, Rondônia de 0,44% e Amazonas de 0,31%.

Na série do Sinapi sem desoneração da folha de pagamento, o custo médio do metro quadrado no Acre foi ainda maior, chegando a R$ 2.415,04.

Nessa metodologia, o estado registrou alta de 0,76% em julho, acumulou 7,01% no ano e 8,55% em 12 meses. O valor de R$ 2.415,04 também coloca o Acre acima da média da Região Norte, de R$ 2.124,95, e da média nacional, de R$ 2.090,33.

No cenário nacional, o Sinapi registrou alta de 0,44% em julho, levando o custo médio da construção para R$ 1.985,10 por metro quadrado. Desse total, R$ 1.120,13 correspondem aos materiais e R$ 864,97 à mão de obra.

O IBGE informou que a parcela dos materiais variou 0,48% em julho, enquanto a mão de obra subiu 0,39%. No acumulado de 12 meses, os materiais tiveram alta de 5,81%, e a mão de obra, de 9,56%.