A governadora do Acre e candidata à reeleição, Mailza Assis, afirmou durante a sabatina da TV Rio Branco, nesta terça-feira, 25, que pretende cortar despesas consideradas “desnecessárias” para ampliar a capacidade de investimento do Estado em um eventual segundo mandato. Segundo ela, a medida dependerá de planejamento, controle dos gastos e uma distribuição mais eficiente dos recursos públicos.
Questionada sobre responsabilidade fiscal e sobre a existência de despesas que poderiam ser melhor administradas no atual governo, Mailza defendeu a redução de gastos como uma das principais medidas para aumentar os recursos disponíveis para investimentos.
“Uma das principais medidas que precisam ser tomadas é o corte de gastos. Você vai gastar menos, vai sobrar mais para você fazer investimentos”, afirmou.
Planejamento e controle das despesas
Mailza afirmou que o controle dos gastos deve começar pelo planejamento e pela formação de uma equipe capaz de acompanhar a arrecadação e a execução do orçamento.
Segundo a governadora, é necessário identificar despesas que podem ser reduzidas para que os recursos economizados sejam direcionados a áreas consideradas prioritárias.
“Aí você vai poder, eu vou poder fazer no meu governo, o plano de cargo e carreira dos nossos funcionários, que tanto esperam saúde, educação, segurança pública”, declarou.
A candidata também citou a possibilidade de ampliar recursos destinados à assistência às famílias e às secretarias que, segundo ela, precisam de aporte financeiro para garantir serviços básicos à população.
Servidores e investimentos
Ao falar sobre a aplicação dos recursos públicos, Mailza afirmou que uma eventual nova gestão deverá avaliar de forma permanente quanto o Estado arrecada e quanto efetivamente gasta.
“Esses ajustes precisam ser pensados lá no nosso planejamento, na arrecadação, medir bem o que nós estamos gastando, com o que nós estamos recebendo”, afirmou.
Na avaliação da governadora, uma gestão que consiga reduzir despesas terá maior capacidade para investir em obras, serviços públicos e na estrutura dos órgãos estaduais.
Ela defendeu ainda que a distribuição do orçamento seja feita de forma equilibrada, contemplando demandas dos servidores e investimentos necessários para melhorar a prestação de serviços à população.

