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Pesquisa para Senado no Acre: Gladson tem 28%, Márcio Bittar 20% e Jorge Viana 13% em cenário estimulado

A disputa pelas duas vagas ao Senado no Acre em 2026 ainda apresenta um cenário aberto, com diferenças significativas entre a pesquisa espontânea e os cenários estimulados.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes não são apresentados aos eleitores, o nível de indecisão é predominante. Gladson Camelí aparece com 5,07%, seguido por Jorge Viana (1,39%) e Márcio Bittar (1,29%). Os demais nomes têm menos de 1%. Já 88,46% dos entrevistados disseram não saber ou não responderam, indicando baixa consolidação do voto neste momento.

Pesquisa para Senado no Acre: Gladson tem 28%, Márcio Bittar 20% e Jorge Viana 13% em cenário estimulado

Quando os nomes são apresentados (cenário estimulado consolidado), os números ganham mais definição. Gladson Camelí lidera com 28,00%, seguido por Márcio Bittar (20,21%) e Jorge Viana (13,62%).

Na sequência aparecem Mara Rocha (8,77%), Dr. Eduardo Veloso (6,97%) e Sérgio Petecão (6,75%). Brancos e nulos somam 3,70%, enquanto 11,38% não souberam ou não responderam.

No recorte de primeiro voto dentro desse mesmo cenário, Gladson Camelí registra 20,47%, enquanto Márcio Bittar tem 8,98% e Jorge Viana 7,84%. Já no segundo voto, Márcio Bittar aparece com 11,23%, seguido por Gladson Camelí (7,53%) e Jorge Viana (5,78%), mantendo a disputa pelas duas vagas ainda em aberto.

Pesquisa para Senado no Acre: Gladson tem 28%, Márcio Bittar 20% e Jorge Viana 13% em cenário estimulado

Em um segundo cenário estimulado, sem a presença de Gladson Camelí, Márcio Bittar passa a liderar com 26,47%, seguido por Jorge Viana (15,91%) e Mara Rocha (13,29%). Dr. Eduardo Veloso aparece com 11,62% e Sérgio Petecão com 9,79%. Neste cenário, 16,80% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Pesquisa para Senado no Acre: Gladson tem 28%, Márcio Bittar 20% e Jorge Viana 13% em cenário estimulado

Eleitor ainda pode mudar

O levantamento também mostra que o eleitorado segue indefinido. Segundo a pesquisa, 57,16% afirmaram que ainda podem mudar o voto, enquanto 36,18% disseram que já estão decididos. Outros 6,66% não souberam ou não responderam.