“Fui vítima de perseguição” afirma Vereador Chaguinha após ter sido detido em Blitz

Na manhã desta segunda-feira, 15, o vereador Chaguinha do Povo (PDT) concedeu entrevista na Câmara Municipal de Vereadores, para esclarecer sua versão sobre a ocorrência policial, onde o parlamentar foi detido sob efeito de bebida alcoólica, dirigindo seu veículo. Ele alega perseguição.

“Isso é pura perseguição a minha pessoa. Em cerca de dez dias atrás, no momento em que fazia o transporte daquelas pessoas que sofreram aquela tragédia do barco que incendiou no Rio Juruá, fui multado, e agora aconteceu novamente. É lamentável que esse tipo de situação aconteça”, enfatizou.

Em sua narratória, o parlamentar afirmou que estava em um aniversário, quando uma das crianças, pediu que ele fosse comprar um sanduíche. Ao sair do local, o vereador acabou sendo surpreendido com a ação da polícia, e acabou sendo enquadrado na “Lei do Álcool Zero”.

“Todo mundo que me conhece sabe que não bebo, que não tenho esse costume. Havia ingerido apenas duas latinhas, e tive que pagar uma fiança de quatro mil reais para não ser preso. E  no final de tudo, me senti constrangido com toda essa situação”, lamentou o parlamentar.

VERSÃO DA POLÍCIA

Na sede da Polícia Militar em Cruzeiro do Sul, o comandante Major Evandro desmentiu a versão de ‘perseguição’ descrita pelo vereador. De acordo com o mesmo, a polícia sempre trabalha ‘dentro da legalidade’ sem nenhum tipo de perseguição.

“Muito me estranha a versão deste cidadão de ‘estar sendo perseguido’. A polícia nunca vai perseguir ninguém. O fato é que foi uma ocorrência policial, onde foi registrado no CIOSP, que um individuo estava dirigindo seu veículo, sob efeito alcoólico. Após isso, a policia foi averiguar, e foi constatado que o condutor não estava em condições de dirigir. Ele fez o teste com o bafômetro, e constato-use o teor alcoólico acima do permitido. Logo depois, o mesmo foi encaminhado a Delegacia Geral para os procedimentos legais”, finalizou.

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