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Governo do Acre inicia plantio de mais de dois milhões de árvores produtivas

Por Redação Juruá em Tempo.
Governo do Acre inicia plantio de mais de dois milhões de árvores produtivas
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Como parte do fortalecimento da economia sustentável e da diversificação da produção agrícola, o governo do Estado inicia neste mês de dezembro o plantio de mais de dois milhões e duzentas mil mudas de frutíferas e de extração vegetal em todo o Acre.

O governador Tião Viana fez o anúncio nesta quarta-feira, 13, em seu gabinete acompanhado da equipe da Secretaria de Extensão Florestal e Produção Familiar (Seaprof), que executa o projeto.

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O investimento é de R$ 5 milhões só na aquisição das mudas e distribuição em todo o estado do Acre. As ações serão feitas por meio de dois programas de governo, o Floresta Plantada, que realiza o plantio consorciado de seringueiras com castanheiras e frutíferas, e pelo Plano de Desenvolvimento Sustentável do Acre (PDSA) II.

“Vamos mostrar o Acre como um estado fortemente produtor de frutíferas para o Brasil, unindo conservação da natureza, plantio de florestas, melhoria da renda de quem cuida e convive com a natureza e economia inteligente”, declarou o governador. As espécies adotadas são a seringueira, castanheira, açaí, graviola, acerola, maracujá, abacate e outras.

Desde 2012, já foram plantadas mais de 2 milhões e 300 mil árvores entre seringueiras, castanheira e as frutíferas como o coco, açaí e outras. “O Acre tem em sua política de governo o desenvolvimento sustentável feito de forma inclusiva e diversificando a base econômica. A produção de frutas e extração do látex e da castanha é mais uma das alternativas para geração de renda”, afirmou João Thaumaturgo Neto, titular da Seaprof.

Produção sustentável

Desde o início da gestão, o governo de Tião Viana implementou uma reorganização na agricultura do estado, fazendo com que os investimentos na área valorizassem a diversificação. Os resultados podem ser vistos na evolução econômica e na conservação da floresta.

Em números, o Acre passou de um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 2,971 bilhões em 2002 para R$ 13,459 bilhões em 2014. Mesmo com essa evolução em dados financeiros, o desmatamento teve uma redução em mais de 60% nos últimos dez anos.