Mãe acompanha filho com hipóxia cerebral na votação: “Exercer a democracia”
Para garantir que o filho Samuel Araripe, de 31 anos, pudesse exercer o direito de votar, Sulamita Araripe o acompanhou até a seção eleitoral instalada na Secretaria de Estado de Administração (Sead), em Rio Branco.
Samuel possui uma condição de hipóxia cerebral, e Sulamita ressaltou a importância desse momento para a democracia brasileira.
“Exercer a democracia e o direito de cidadão. Sempre acompanho ele. Todos devem votar, participar. É um privilégio poder votar”, afirmou.
A hipóxia cerebral é uma condição médica caracterizada pela redução ou ausência de oxigênio no cérebro. Essa falta de oxigenação pode ocorrer por diferentes causas, como problemas respiratórios, parada cardíaca, afogamento ou intoxicação.
Dependendo da intensidade e da duração, pode provocar desde sintomas leves, como tontura e confusão mental, até consequências graves, como convulsões, coma ou danos neurológicos permanentes.
No Acre, os eleitores participam das eleições neste domingo, 4 de outubro de 2026, das 6h às 15h, seguindo o horário local. O estado tem duas horas a menos em relação a Brasília, mas a votação mantém o padrão nacional de nove horas de duração. Quem estiver na fila até o horário de encerramento ainda poderá votar normalmente.