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Samu já tem trinta socorristas prontos para resgates aéreos no Acre, informa governo

Por Redação Juruá em Tempo.
Samu já tem trinta socorristas prontos para resgates aéreos no Acre, informa governo
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Cerca de 30 profissionais entre médicos, enfermeiros, técnicos e socorristas do Serviço de atendimento Móvel de Urgência (Samu), passaram nesta terça-feira, 29, pela última fase de treinamento com o helicóptero João Donato. A aeronave, de propriedade do Estado, será utilizada a partir de março, como um meio de suporte técnico aéreo, que tornará possível o transporte de pacientes de um município para outro.

O objetivo é assegurar o devido atendimento às vítimas com maior necessidade de transferência, salvar vidas e também promover a redução dos altos custos, que antes eram gerados ao orçamento da saúde estatal, com o transporte emergencial.

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Nesta última fase do treinamento os profissionais da Saúde tiveram noções de operações aéreas como técnicas de embarque e desembarque, o uso e transporte dos equipamentos de suporte médico, preparo da área de pouso, sinalização e outros procedimentos necessários para a capacitação dos socorristas.

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“Nas últimas semanas o Ciopaer esteve em treinamento tanto para capacitação e aprimoramento do público interno bem como com a capacitação estendida aos profissionais da área de saúde. Esse trabalho é necessário para promover a segurança nas nossas operações e evitar eventuais incidentes, disse o comandante do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Coronel Cleyton Almeida.

O comandante destaca ainda a relevância da capacitação que, caso não seja devidamente ministrada pode ser letal.

“Nós vamos trabalhar com vidas e toda vez que temos o emprego da aeronave, quer seja dentro de um ambiente seguro como um hangar, aeroporto ou aeródromo, nós temos uma rotina e cada vez que pousamos em um local não homologado, um terreno baldio, um campo de futebol, temos uma série de outros fatores que temos que ficar atentos a questão da segurança.
Um vez que os rotores estão em giro, eles podem tocar em objetos ou pessoas e podem gerar um incidente ou até mesmo o óbito então essa capacitação é de suma importância tanto aos nossos profissionais internos como aos profissionais do Samu”, finalizou.

Por Lília Camargo - Secom