“A prática atual é de retirada do trabalhador da função, a realização de transferências compulsórias até para outros Estados. Os carteiros estão entre os que mais sofrem, pois a distribuição alternada acaba diminuindo quantidade de carteiros, sem consulta aos profissionais, prejudicando os prazos de entrega. Assim, um funcionário é obrigado a dar conta da atividade que antes era realizada por duas pessoas”, protestou Suzy Cristiny.