Mulher encontrada morta em prédio do CRAS foi assassinada por conta de um celular

Policiais civis da delegacia de Brasileia constataram que a mulher encontrada morta na manhã de ontem no prédio em que trabalhava, o CRAS, foi, na verdade, assassinada. Eduardo Justino da Silva, de 19 anos, é o suspeito de ter matado Marilene Pereira da Silva Nascimento, de 39 anos, por estrangulamento. O crime ocorreu no bairro Alberto Castro.

Coordenados pelo delegado Sérgio Lopes, agentes de polícia encontraram o acusado na zona rural do município. O homem foi identificado por meio de imagens da câmera de segurança do local.

Na delegacia, Eduardo confessou o crime e que a matou para roubar o celular da vítima. A polícia informou que o jovem já responde por um homicídio e uma tentativa na Capital acreana, quando tinha apenas 15 anos.

O suspeito disse à polícia que teria ido ao CRAS assinar o livro, quando resolveu que deveria roubar o celular. Para se livras das provas, resolveu matar a mulher. Agora, o suspeito ficará à disposição do judiciário, podendo ser transferido para o presídio na Capital.

Fonte: O Alto Acre