O que começou com uma troca de mensagens pelo Instagram terminou em uma viagem de mais de 30 horas até o coração da Amazônia. Foi assim que a australiana Jordan Hauenschild, de 26 anos, decidiu conhecer pessoalmente o indígena Kichwa Pitiuruk, de 24, após cerca de quatro meses de conversas diárias pela internet.
O que começou com uma troca de mensagens pelo Instagram terminou em uma viagem de mais de 30 horas até o coração da Amazônia. Foi assim que a australiana Jordan Hauenschild, de 26 anos, decidiu conhecer pessoalmente o indígena Kichwa Pitiuruk, de 24, após cerca de quatro meses de conversas diárias pela internet.
Em março de 2024, a jovem pediu demissão do emprego e embarcou rumo ao Equador. Depois de quatro voos e mais de 30 horas de viagem, ela ainda enfrentou cinco horas de ônibus entre Quito e Puyo, onde fica a comunidade indígena Guayusa Runa, na Amazônia equatoriana.
Jordan passou duas semanas vivendo com a família de Pitiuruk, conhecendo a rotina da comunidade, os costumes locais e as tradições do povo Kichwa. A família do jovem também recebe visitantes interessados em vivenciar a cultura indígena por meio de experiências guiadas na floresta.
O encontro confirmou a conexão que havia começado nas redes sociais e fortaleceu o relacionamento do casal, que nasceu a milhares de quilômetros de distância e se consolidou em meio à floresta amazônica.
Em busca recente no perfil do Instagram de Pitiuruk, não há registros do casal, indicando que eles não estão mais juntos. A informação foi confirmada por um criador de conteúdo que visitou a história do indígena no local onde ele mora.



